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Secretário Nilton Borgato entrega mais de 2 mil cartões de auxílio financeiro do Programa Ser Família

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“Faz muita diferença para a minha família, pois estou desempregada e a renda do meu marido não é suficiente pra comprar comida pra toda família, estou muito feliz e grata”, disse emocionada a dona de casa Elizangela Augusta dos Santos, ao receber o cartão do Programa Ser Família Emergencial, pelas mãos do secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), Nilton Borgato, no município de Curvelândia (297 KM à Oeste de Cuiabá).

O gestor, que representou o governador Mauro Mendes e a primeira-dama Virginia Mendes, realizou a entrega dos cartões para mais de 2.200 famílias de 10 cidades da região Oeste. Na ocasião ele reforçou a importância deste auxílio financeiro disponibilizado por cinco meses, para mais de 100 mil famílias em todo o Estado.

“Estes 150 reais ofertados pelo Estado vêm em um momento oportuno, onde muitas famílias realmente precisam de apoio, pois estão em situação de vulnerabilidade por conta da pandemia. Graças a esta iniciativa da primeira-dama, Virgínia Mendes, juntamente com a equipe da Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc), que este auxílio foi viabilizado e conquistado para as famílias, e, com certeza, vai fazer a diferença na vida de todos”, reforçou Borgato.

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O projeto social idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, tornou-se um programa do Governo do Estado que conta com o apoio da Assembleia Legislativa para atender as famílias carentes, com renda per capita de até R$70, inclusas no Cadastro Único da Assistência Social, nos 141 municípios de Mato Grosso. Ao todo, serão investidos mais de R$ 75 milhões.

A senhora Vera Lúcia Veríssimo de Moura, diz que o cartão foi um presente de dia das mães, porque com este auxílio financeiro poderá garantir a compra de alimentos para a família. “Meu dia das mães será maravilhoso, porque vou poder comprar uma carne, um leite, servir um almoço digno para os meus filhos, que é o que toda mãe sonha, tem coisa melhor?!” disse a moradora de Jauru.

A prefeita de Glória D’Oeste Gheysa Borgato ressaltou a importância deste auxílio para as famílias carentes, “aqui mais de 200 famílias vão receber a transferência de renda pelo Ser Família Emergencial, o que vai garantir que a população mais carentes possa ter uma alimentação digna, principalmente, no momento de pandemia, em que as dificuldades financeiras ficaram ainda mais graves”, falou.

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Nilton Borgato realizou a entrega dos cartões nas cidades de: Araputanga (com a entrega de 709 cartões), Lambari D’Oeste (355), Jauru (155), Figueirópolis D’Oeste (68), Indiavaí (19), Porto Espiridião (181), Curvelândia (226), Rio Branco (221), Salto do Céu (65) e Glória D’Oeste com a entrega de 217 cartões, somando um total de 2.216 cartões entregues para as famílias desta região.

Nesse momento de pandemia, o Governo do Estado também promoveu a entrega de mais de 400 mil cestas básicas para as famílias necessitadas, por meio do projeto Vem ser Mais Solidário, que também é coordenado, de forma voluntária, pela primeira-dama Virgínia Mendes e é uma parceria com associações, entidades, igrejas e prefeituras.

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Produção de aço cresce 20,3% de janeiro a maio

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A produção nacional de aço bruto cresceu 20,3% no acumulado de janeiro a maio, em comparação ao mesmo período do ano passado, totalizando 14,9 milhões de toneladas, a maior produção da série histórica. A produção de laminados nos cinco primeiros meses do ano cresceu 29,7%, em relação ao resultado registrado em igual período de 2020, com 11,1 milhões de toneladas. A produção de semiacabados para vendas somou 3,3 milhões de toneladas de janeiro a maio, um acréscimo de 0,5% na mesma base de comparação. As informações foram divulgadas hoje (17) pelo Instituto Aço Brasil (IABr).

De janeiro a maio, as vendas internas foram de 10 milhões de toneladas, o que representa uma alta de 46,4% quando comparada com o apurado em igual período do ano anterior, disse o presidente executivo da entidade, Marco Polo de Mello Lopes. Já o consumo aparente de produtos siderúrgicos no país foi de 11,5 milhões de toneladas no acumulado até maio, com expansão de 50,7% frente ao mesmo período de 2020.

As importações alcançaram 2 milhões toneladas até maio, aumento de 128,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em valor, as importações atingiram US$ 1,8 bilhão, crescimento de 92,2% no mesmo período de comparação. Já as exportações somaram 4,3 milhões de toneladas e US$ 3 bilhões de faturamento nos cinco primeiros meses do ano, representando retração de 13,6% e aumento de 20,5%, respectivamente, na comparação com igual período do ano passado.

Produção

Marco Polo informou que em maio deste ano, a produção brasileira de aço bruto alcançou 3,1 milhões de toneladas, um crescimento de 40,1% frente ao apurado no mesmo mês de 2020, constituindo a maior produção mensal desde outubro de 2018. Os resultados foram favoráveis também em relação à produção de laminados e de semiacabados para venda. Foram produzidas 2,4 milhões de toneladas de laminados, 70,9% a mais do que em maio de 2020; já a produção de semiacabados para vendas totalizou 797 mil toneladas, aumento de 26,5% em relação ao mesmo mês do ano passado

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As vendas internas avançaram em maio 73,9% frente ao apurado no mesmo mês de 2020 e atingiram 2,1 milhões de toneladas. O consumo aparente de produtos siderúrgicos foi de 2,5 milhões de toneladas, 83% superior ao apurado em maio de 2020.

As exportações em maio foram de 746 mil toneladas, o equivalente a US$ 636 milhões. Os números mostram queda de 12,2% em quantidade e aumento de 50,8% em valor, na comparação com o mesmo mês de 2020. Nas importações de maio, o IABr apurou 550 mil toneladas em quantidade e US$ 488 milhões em valor, o que representou alta de 267,7% e 195,3%, respectivamente, em relação ao registrado em maio de 2020.

Marco Polo disse que “os dados mostram que a indústria brasileira do aço está produzindo e colocando no mercado interno mais aço do que vinha sendo demandado antes da pandemia”. Segundo o executivo, a demanda atual pode ser explicada pela retomada dos principais setores consumidores e, também, pela formação de estoques defensivos de alguns segmentos que querem se proteger de cenário de volatilidade do mercado. “Volatilidade esta provocada pelo movimento mundial de boom nos preços das commodities. Quase todos os insumos e matérias primas, em especial minério de ferro e sucata, continuam com significativa elevação de preços, causando forte impacto nos custos de produção da indústria do aço”, disse o presidente executivo do IABr.

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O executivo disse que não há qualquer situação de excepcionalidade no mercado doméstico de aço. “O fornecimento está normalizado e as empresas siderúrgicas estão em ritmo de produção superior àquele verificado no período anterior ao início da pandemia da covid no país”.

Confiança

O instituto divulgou também hoje (17) o Indicador de Confiança da Indústria do Aço (Icia), referente ao mês de junho. O indicador recuou 7,3 pontos frente ao mês de maio, para 63,8 pontos, após dois meses de crescimento.

De acordo com o IABr, a redução da confiança dos executivos da indústria do aço ocorreu, exclusivamente, pela piora das expectativas para os próximos seis meses. Ainda assim, o indicador se mantém 13,8 pontos acima da linha divisória de confiança de 50 pontos e 2,6 pontos acima da média histórica do indicador, de 61,2 pontos.

Valores acima de 50 pontos indicam confiança, enquanto valores abaixo de 50 pontos apontam falta de confiança.

Edição: Fernando Fraga

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