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Santa Vitória: P. A. Jerônimo Teodoro recebe novos cilindros de oxigênio e de ar comprimido, mas situação ainda é crítica

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Na terça-feira (8) o Pronto Atendimento Jerônimo Teodoro recebeu 56 cilindros de oxigênio, adquiridos pela Prefeitura de Santa Vitória, através da Secretaria Municipal de Saúde. Hoje (9) a unidade recebeu 15 cilindros de ar comprimido.

“Para os respiradores funcionarem precisam tanto de oxigênio quanto ar comprimido”, observou o secretário Geraldo Júnior.

Segundo informou o secretário, só de ontem pra hoje foram usados 30 cilindros, ou seja, a demanda está muito alta e a situação é bastante crítica.

“A White Martins está vendo se consegue entregar novos cilindros de oxigênio nas próximas horas. Há dificuldades de se comprar no mercado, por conta do alto consumo no país, tanto o oxigênio quanto o comprimido”, enfatizou.

Geraldo Júnior destacou, ainda, que, além das dificuldades de adquirir os cilindros de oxigênio e de ar comprimido, a região enfrenta indisponibilidade de leitos de UTI Covid-19.

O secretário ainda destacou que o Município está enfrentando dificuldades em aquisição dos medicamentos que compõe o kit intubação, que são medicamentos utilizados pelos pacientes que precisam ser sedados para intubação.

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Ante a gravíssima situação, a Secretaria de Saúde apela a população para que tome os cuidados necessários na prevenção à Covid-19:

Respeite o isolamento social e evite aglomerações;

Só saia de casa se houver necessidade. Se sair, use máscara, utilize álcool em gel e – NÃO SE ESQUEÇA – mantenha o distanciamento social.

Por: Prefeitura de Santa Vitória

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Triângulo do Norte regride e Sudeste avança de fase no Minas Consciente

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Estado tem 12 das 14 macrorregiões na onda vermelha do plano.

O Comitê Extraordinário Covid-19, grupo que se reúne semanalmente para avaliar a situação da pandemia no estado, definiu nesta quinta-feira (17/6) que a macrorregião Triângulo do Norte deve regredir para a onda vermelha do Minas Consciente. A decisão foi tomada após a piora dos indicadores.

Por outro lado, a macrorregião Sudeste apresentou melhora nos índices da doença e poderá avançar para a onda amarela, se juntando à macrorregião do Vale do Aço. Desta forma, o Estado tem 12 das 14 macrorregiões de saúde na onda vermelha e duas na etapa intermediária do plano. Na média estadual, a taxa de incidência cresceu 13% nos últimos 14 dias.

Das macrorregiões que estão na onda vermelha, cinco apresentam dados mais preocupantes e, por isso, estão enquadradas nos critérios de classificação pelos cenários epidemiológico e assistencial. Assim, as macros Sul, Centro-Sul, Leste do Sul, Oeste e Nordeste – esta última a partir desta semana – passam por análise ainda mais minuciosa dos indicadores Incidência e Espera por Atendimento, para identificar as tendências de piora na transmissão da doença e na ocupação de leitos e possíveis filas.

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Enfrentamento

Para reforçar o enfrentamento à pandemia nessas localidades com situação mais crítica, ações específicas têm sido desenvolvidas pelo Governo de MinasSecretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG). Entre elas: transferência de pacientes, diagnóstico para ampliação de leitos, monitoramento de casos e envio de forças-tarefas para os municípios.

“Estamos empenhados para acelerar o ritmo de vacinação. Minas é o estado que mais aplicou doses. Mas é preciso que a população continue fazendo a sua parte, se protegendo e protegendo os outros. Uso de máscara, higienização das mãos e distanciamento são medidas necessárias mesmo entre as pessoas que já tomaram a vacina. A pessoa vacinada pode pegar o vírus e pode transmiti-lo”, alertou o secretário de Saúde, o médico Fábio Baccheretti.

Cenário crítico x queda de indicadores

O secretário de Saúde destacou a queda na positividade dos exames para covid-19 em relação aos meses de março e abril deste ano. Também foi observada redução na solicitação de transferências por leitos de UTI. Apesar de os dados monitorados pela Sala de Situação apontarem que a incidência da doença no estado continua alta, os óbitos e a espera por leitos não acompanham a mesma tendência, o que, segundo Baccheretti, é um bom sinal. Hoje, 131 pacientes aguardam na fila por um leito de UTI para tratamento de covid.

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Fábio ressaltou que os óbitos entre idosos também caíram, “o que já mostra os efeitos positivos da vacina”. Outra boa notícia é que o oxigênio já não é uma restrição para a abertura de leitos.

Força-Tarefa

O secretário de Saúde destacou ainda a atuação das forças-tarefas em 23 municípios, com o intuito de ajudar a organizar fluxos assistenciais, fazer diagnósticos sobre a situação local e propor ações para que o suporte assistencial seja garantido. Em parceria com a Fundação João Pinheiro (FJP), a SES-MG também tem desenvolvido ações específicas de comunicação social e distribuição de máscaras em várias cidades do interior.

Por: Agência Minas

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