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Produtor rural e funcionário morrem após caminhonete cair em represa próxima a Coromandel

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Um produtor rural e um funcionário dele morreram neste sábado (9) após o carro em que estavam ir parar em uma represa, em uma estrada vicinal, próxima à MG-188, na altura do município de Coromandel.

Segundo o Corpo de Bombeiros, as vítimas são um homem de 54 anos e um jovem de 27, que voltavam de um rancho, indo na direção de uma fazenda próxima, onde iriam dormir, por volta da meia-noite deste sábado.

Ainda conforme os militares, por volta das 7h30 o filho do produtor rural recebeu uma ligação dizendo que a caminhonete do pai estava capotada e submersa na represa. Em seguida, ele acionou a Polícia Militar (PM).

Os bombeiros informaram que o corpo do homem estava preso dentro do carro, enquanto o do jovem estava afundado há alguns metros do local. Eles foram levados pelo Instituto Médico Legal (IML). O veículo foi retirado do local.

Por: G1

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Após recorde histórico, BDMG anuncia R$ 355,5 milhões para nova safra de café

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Com eficiência na alocação de recursos na safra 2020/2021, banco também já começou tratativas para estender limite na próxima colheita.

Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) vai operar cerca de R$ 355,5 milhões para financiar a safra 2021/2022 do café, que se inicia em julho. Os valores foram disponibilizados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé).

O governador Romeu Zema ressalta que este é o maior orçamento do fundo no Brasil relacionado a instituições bancárias com atuação regional, e o sexto colocado, dentre todas as categorias. “Esses recursos disponibilizados pelo BDMG, por meio do Funcafé, são resultado do nosso trabalho sério e da atuação junto ao governo federal. O financiamento da safra é de extrema importância para o fortalecimento da economia cafeeira mineira, incentivando a geração de emprego e renda no campo”, afirma.

Os recursos beneficiarão cooperativas e empresas de todos os portes, por meio do financiamento de insumos, máquinas e implementos, estocagem, colheita e formação de lavouras. “Minas é o maior produtor nacional de café, um produto altamente estratégico para a economia do Estado. Em um contexto de pandemia, o BDMG tem aprofundado sua atuação para garantir competitividade para essa cadeia de valor, apoiando desde as pequenas empresas até as grandes cooperativas”, afirma o presidente do banco, Sergio Gusmão.

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Para a safra que se encerra, de 2020/2021, o BDMG recebeu, inicialmente, R$ 392 milhões via Funcafé, mas pleiteou novos limites que levaram o banco à contratação recorde de R$ 462 milhões, 100% do valor disponibilizado. “Os números mostram que os recursos estão sendo alocados pelo banco com eficiência. Por isso, já começamos tratativas junto ao Mapa, com objetivo de estender o limite do BDMG para esta nova safra, assim como fizemos nesta que se encerra”, ressalta Gusmão.

Três linhas de crédito

Por meio do Funcafé, são três as linhas de crédito disponibilizadas pelo BDMG ao mercado. A primeira, Funcafé Comercialização, é voltada para cooperativas de produção, com prazo de 12 meses de pagamento. A segunda linha é a Financiamento à Aquisição de Café (FAC) também com prazo de 12 meses, destinada a comercializadores e exportadores, indústrias torrefadoras e de café solúvel, além de cooperativas. Já a terceira linha é focada no financiamento de capital de giro para cooperativas de produção e para a indústria de café solúvel e de torrefação, com prazo de 24 meses para pagamento.

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Por: Agência Minas

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