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“Não leram a minha defesa”, diz Pezão após condenação a 98 anos de prisão

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Luiz Fernando Pezão, condenado a mais de 98 anos de prisão
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Luiz Fernando Pezão, condenado a mais de 98 anos de prisão

O ex-governador do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão,  foi condenado a mais de 98 anos de prisão pelos crimes de corrupção passiva, ativa, organização criminosa e de lavagem de dinheiro, na última sexta-feira (4), pelo juiz Marcelo Bretas. Em entrevista dada nesta quinta-feira (10), o ex-governador criticou o magistrado e afirmou que sua defesa não foi lida. 

“Só quero que leiam a minha defesa. Tenho certeza de que o doutor Bretas não leu. Eu não sei o que fazer para provar a minha inocência”, disse Pezão à Super Rádio Tupi.

Sobre a condenação, o ex-governador voltou a afirmar que fizeram um conluio contra ele, ou seja, “armaram” para que ele fosse preso.

Condenado desde o fim de 2018, Pezão disse a comunicadora Cidinha Campos que quer saber onde errou. “Eu tenho consciência que eu fiz e da crise que eu enfrentei dentro do estado. Eu estou esperando para mostrarem onde eu errei”, afirmou. 

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Pezão também afirmou manter contato com o ex-governador Sérgio Cabral, condenado a mais de 342 anos de cadeia, mesmo após a sua prisão. “Eu não rompi (com Sérgio Cabral). Nunca deixei de falar com ele”, disse.

Luiz Fernando Pezão foi condenado a mando do ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STF). No pedido, a Procuradoria-Geral da República argumentou que o esquema de corrupção estruturado por Cabral foi mantido por Pezão. Ele teria recebido propina de R$ 39 milhões.

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AGU quer em arquivar investigação sobre cheques de Queiroz a Michelle Bolsonaro

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Primeira-dama Michelle Bolsonaro e presidente Jair Bolsonaro
O Antagonista

Primeira-dama Michelle Bolsonaro e presidente Jair Bolsonaro

A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu que o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeite o recurso de um advogado que contesta o arquivamento de um pedido de investigação sobre o depósito dos cheques de R$ 89 mil realizados por Fabrício Queiroz na conta da primeira-dama Michelle Bolsonaro .

Nesta quarta-feira, o STF incluiu o caso na pauta do Plenário Virtual após o relator, ministro Marco Aurélio Mello , liberar o recurso para julgamento. A análise ocorrerá entre os dias 25 de junho a 2 de agosto.

Segundo a AGU, “compete exclusivamente ao Procurador-Geral da República” – e não ao advogado autor da ação — “a análise acerca da existência de eventuais indícios do cometimento de infrações penais pelo Presidente da República, havendo sido a manifestação do PGR no sentido do arquivamento dos presentes autos”.

No último dia 13 de maio, Marco Aurélio havia determinado o arquivamento da investigação após parecer da Procuradoria-Geral da República, que afirmou “não haver indícios do cometimento de crime”. De acordo com o procurador-geral da República, Augusto Aras, os argumentos contra Bolsonaro “são inidôneos, por ora, para ensejar a deflagração de investigação criminal, face à ausência de lastro probatório mínimo”.

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Para a AGU, “considerando que o pedido do noticiante foi justamente “o encaminhamento da peça ao eminente PGR, para que se manifeste acerca da instauração de investigação criminal” e que a manifestação do Procurador-Geral da República foi no sentido do arquivamento dos presentes autos, resta evidente, ainda, a ausência de interesse recursal do noticiante”.

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O pedido de investigação pelo Supremo foi feito em 2020 pelo advogado Ricardo Bretanha Schmidt. Em uma notícia-crime enviada ao STF, o advogado citou matérias jornalísticas que revelavam, com base na quebra do sigilo bancário de Fabrício Queiroz — ex-assessor de Flávio Bolsonaro apontado pelo MP como operador do esquema de rachadinha no gabinete do então deputado estadual na Alerj —, que o ex-assessor depositou R$ 72 mil na conta de Michelle Bolsonaro, de 2011 a 2016.

Os extratos bancários mostram que pelo menos 21 cheques foram depositados na conta de Michelle. Ela recebeu de Queiroz três cheques de R$ 3 mil em 2011, seis cheques no mesmo valor em 2012 e mais três de R$ 3 mil em 2013. Em 2016, foram mais nove depósitos, totalizando R$ 36 mil. Segundo a “Crusoé”, os cheques foram compensados em 25 de abril, 19 e 23 de maio, 20 de junho, 13 de julho, dois em 22 de setembro, 14 de novembro e 22 de dezembro.

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