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Ministério da Agricultura autoriza prorrogação da vacinação contra a Febre Aftosa em Minas até 18/6

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Pecuaristas poderão comprar a vacina até 18/6 em estabelecimento autorizado da iniciativa privada. Data limite para enviar a declaração ao IMA é dia 28/06

Em razão do enfrentamento da pandemia que culminou na falta de vacina em algumas regiões de Minas e em diversos estados do Brasil, o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) autorizou a prorrogação da vacinação contra a febre aftosa em Minas Gerais até 18 de junho.

Como a legislação determina que o pecuarista pode comprovar (declarar) a imunização até 10 dias após o término da campanha, este procedimento também foi adiado, ou seja, o produtor mineiro poderá declarar a imunização de bovinos e bubalinos até 28 de junho. A compra de vacina em estabelecimentos comerciais da iniciativa privada poderá ocorrer até 18 de junho, dentro do novo prazo acordado com o Mapa.

A ampliação do prazo em função da pandemia e remanejamento de doses das vacinas foram avaliados e autorizados pelo Mapa a pedido das entidades representativas do setor, em Minas, pelo Sistema Faemg, e por diversas associações de criadores de animais.

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O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), vinculado à Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), fiscaliza os estabelecimentos comerciais autorizados para a venda de vacinas. A expectativa é que até o final da campanha sejam imunizados cerca de 23 milhões de bovinos e bubalinos em todo o estado com o objetivo de preservar a sanidade dos rebanhos e manter o compromisso com o agronegócio mineiro.

Assim como Minas, diversos estados prorrogaram a vacinação, a saber: Distrito Federal, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás, Sergipe, Píauí, Rio Grande do Norte, Maranhão, Pernambuco, Bahia, Alagoas, Paraíba, Pará, São Paulo e Ceará.

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Após recorde histórico, BDMG anuncia R$ 355,5 milhões para nova safra de café

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Com eficiência na alocação de recursos na safra 2020/2021, banco também já começou tratativas para estender limite na próxima colheita.

Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) vai operar cerca de R$ 355,5 milhões para financiar a safra 2021/2022 do café, que se inicia em julho. Os valores foram disponibilizados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé).

O governador Romeu Zema ressalta que este é o maior orçamento do fundo no Brasil relacionado a instituições bancárias com atuação regional, e o sexto colocado, dentre todas as categorias. “Esses recursos disponibilizados pelo BDMG, por meio do Funcafé, são resultado do nosso trabalho sério e da atuação junto ao governo federal. O financiamento da safra é de extrema importância para o fortalecimento da economia cafeeira mineira, incentivando a geração de emprego e renda no campo”, afirma.

Os recursos beneficiarão cooperativas e empresas de todos os portes, por meio do financiamento de insumos, máquinas e implementos, estocagem, colheita e formação de lavouras. “Minas é o maior produtor nacional de café, um produto altamente estratégico para a economia do Estado. Em um contexto de pandemia, o BDMG tem aprofundado sua atuação para garantir competitividade para essa cadeia de valor, apoiando desde as pequenas empresas até as grandes cooperativas”, afirma o presidente do banco, Sergio Gusmão.

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Para a safra que se encerra, de 2020/2021, o BDMG recebeu, inicialmente, R$ 392 milhões via Funcafé, mas pleiteou novos limites que levaram o banco à contratação recorde de R$ 462 milhões, 100% do valor disponibilizado. “Os números mostram que os recursos estão sendo alocados pelo banco com eficiência. Por isso, já começamos tratativas junto ao Mapa, com objetivo de estender o limite do BDMG para esta nova safra, assim como fizemos nesta que se encerra”, ressalta Gusmão.

Três linhas de crédito

Por meio do Funcafé, são três as linhas de crédito disponibilizadas pelo BDMG ao mercado. A primeira, Funcafé Comercialização, é voltada para cooperativas de produção, com prazo de 12 meses de pagamento. A segunda linha é a Financiamento à Aquisição de Café (FAC) também com prazo de 12 meses, destinada a comercializadores e exportadores, indústrias torrefadoras e de café solúvel, além de cooperativas. Já a terceira linha é focada no financiamento de capital de giro para cooperativas de produção e para a indústria de café solúvel e de torrefação, com prazo de 24 meses para pagamento.

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Por: Agência Minas

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