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Economia

IGP-M acumula inflação de 28,94% em 12 meses, diz FGV

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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 2,53% em fevereiro deste ano. Em janeiro, a taxa ficou em 2,58%. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), com o resultado, o índice acumula taxas de inflação de 5,17% no ano e de 28,94% em 12 meses.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, teve inflação de 3,28% em fevereiro, um pouco abaixo dos 3,38% de janeiro.

Segundo a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, também apresentou recuo na taxa de inflação, ao passar de 0,41% em janeiro para 0,35% em fevereiro.

O Índice Nacional de Custo da Construção foi o único dos subíndices que teve alta na taxa de inflação de janeiro para fevereiro, ao passar de 0,93% para 1,07% no período.

Edição: Valéria Aguiar

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Lucro do Banco do Brasil aumenta 32% no primeiro trimestre

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O Banco do Brasil (BB) teve lucro líquido contábil de R$ 4,226 bilhões no primeiro trimestre, segundo balanço divulgado hoje (6) à noite. O valor representa alta de 31,9% em relação aos R$ 3,199 bilhões registrado no mesmo período de 2020.

O lucro líquido ajustado do banco, que exclui receitas e gastos extraordinários, totalizou R$ 4,913 bilhões nos três primeiros meses de 2021. O montante é 44,7% maior que o observado no primeiro trimestre de 2020.

Indicador que mede a lucratividade dos bancos, o retorno sobre o patrimônio líquido também registrou melhora. A proporção ficou em 15,1%, melhor que os 12,1% registrados no último trimestre de 2020 e que os 12,5% no primeiro trimestre do ano passado.

A receita com prestação de serviços somou R$ 6,9 bilhões, com queda de 3% em relação ao primeiro trimestre do ano passado. Em nota, o Banco do Brasil informou que o recuo decorre “do atual momento macroeconômico e da dinâmica de negócios na rede”.

Carteira de crédito e inadimplência

A carteira de crédito ampliada do BB somou R$ 758,3 bilhões no primeiro trimestre, alta de 4,5% em relação aos três primeiros meses do ano passado. A inadimplência superior a 90 dias atingiu 1,95% no fim de março. Apesar de registrar leve alta em relação ao fim de dezembro, quando estava em 1,9%, o índice está abaixo dos 3,17% registrados em março do ano passado.

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Esse é o primeiro balanço divulgado pela gestão do novo presidente do BB, Fausto de Andrade, que assumiu o comando da instituição financeira em março. Andrade substituiu André Brandão, que pediu demissão do cargo após instituir um programa de fechamento de 361 pontos de atendimento e de instituir um programa de demissão incentivada de 5 mil funcionários.

Edição: Fábio Massalli

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