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Dólar fecha a R$ 5,68 em dia de otimismo externo e interno

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Num dia de otimismo doméstico e externo, o dólar caiu e voltou a ficar abaixo de R$ 5,70. A bolsa de valores subiu depois de duas quedas seguidas e fechou no melhor nível desde o fim de fevereiro.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (5) vendido a R$ 5,68, com queda de R$ 0,036 (-0,62%). A divisa chegou a cair para R$ 5,64 na mínima do dia, por volta das 11h20, mas o ritmo de queda diminuiu durante a tarde.

No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 117.518 pontos, com alta de 1,97%. O indicador alcançou o nível mais alto desde 19 de fevereiro, quando tinha encerrado aos 118.430 pontos.

Os mercados globais tiveram um dia de otimismo, marcado pelo aumento da disposição de investidores por ativos mais arriscados, como os de países emergentes. Nos Estados Unidos, a abertura de postos de trabalho e a atividade no setor de serviços tiveram desempenho melhor que o esperado, o que levou as bolsas norte-americanas a baterem recorde.

No Brasil, as negociações em torno de vetos e de cortes no Orçamento Geral da União de 2021 contribuíram para o desempenho do mercado. Declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, de que o Congresso está encontrando uma solução para financiar despesas obrigatórias aprovadas com base em estimativas abaixo do previsto diminuíram as tensões políticas.

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Em evento com investidores, o ministro também negou a possibilidade de acionar a cláusula de calamidade pública, mesmo com o agravamento da pandemia de covid-19. Segundo Guedes, a medida aumentaria a instabilidade na economia porque os servidores públicos nos três níveis (federal, estadual e municipal) estão com os salários congelados até o fim de 2021, o que eliminaria uma das contrapartidas fiscais do estado de calamidade.

* Com informações da Reuters

Edição: Aline Leal

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Trabalhadores nascidos em junho podem sacar auxílio emergencial

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Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em junho podem sacar, a partir de hoje (7), a primeira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 18 de abril.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro podia ser movimentado apenas por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

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Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.

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* Colaborou Andreia Verdélio

Edição: Graça Adjuto

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