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Zambelli afirma que mesmo livre, Lula ainda não provou sua inocência

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Câmara dos Deputados

A deputada Carla Zambelli também é fundadora do movimento Nas Ruas e convoca protestos para este sábado (9).

A deputada Federal Carla Zambelli (PSL-SP) escreveu em sua conta de Twitter “Juiz manda soltar o presidiário”, logo após ser determinada a soltura do ex-presidente Lula , nesta sexta (8).

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Para Zambelli, o ex-presidente, que ainda não estava em liberdade no momento de seu tuite, deveria voltar imediatamente para a cadeia.  “Foi mais fácil mudar o entendimento sobre a lei do que provar sua inocência”, diz.

A deputada culpa o ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), José Dias Toffoli , pela soltura do ex-presidente.  “Vamos transformar esse limão do Toffoli numa limonada”, afirma.

Se referindo à votação que ocorrerá nesta segunda (11) na Câmara dos Deputados, ela pede que a Constituição Federal seja alterada para que o STF não possa mais tomar decisões sobre a prisão em segunda instância. “Caso o Congresso aprove, todos os soltos hoje voltarão para a cadeia”, afirma.

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Zambelli que também é fundadora do Nas Ruas, movimento que realizou manifestações a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff em 2016, convocou protestos da entidade para este sábado (9).


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Deputado quer que professores e médicos usem armas durante serviço

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Na justificativa do projeto, Knoploch cita dois artigos do Código penal que legislam sobre a legítima defesa e o Excludente de ilicitude


O deputado Alexandre Knoploch (PSL) protocolou, nesta quinta-feira (14), um projeto de lei que, se aprovado, concede direito a porte de arma funcional a professores e médicos concursados da rede pública estadual. Segundo a proposta, o profissional teria que declarar a necessidade do uso da arma e caberia as secretarias de Saúde e Educação realizar convênios com as autoridades policiais para o treinamento dos médicos e professores.


Na justificativa do projeto, Knoploch cita dois artigos do Código penal que legislam sobre a legítima defesa e o Excludente de ilicitude. Ao longo do texto o deputado ainda cita o depoimento de dois professores da rede pública. Um do Rio e outro da cidade de Lins, interior de São Paulo, que sofreram agressões de alunos.

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“Diante de evidências das agressões que acometem essas duas classes profissionais tão relevantes é que esse Projeto autoriza que esses bravos profissionais possam ter porte de arma em seus locais de trabalho, com o único intuito de legítima defesa, jamais de ataque “, diz Knoploch no projeto, pedindo em seguida a provação desta “imortante matéria” para o Rio.

O projeto agora precisa ser avaliado por cinco comissões dentro da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), entre elas pela Constituição e Justiça.

Para o advogado Antônio Galvão, presidente da Comissão Especial para Estudos Sobre Legislação do Porte de Armas da OAB- Rio, o projeto é inconstitucional porque apenas a União pode legislar sobre o tema.

“O artigo 22 da Constituição diz que apenas a União pode legislar sobre normas que envolvam material bélico. O estado não pode autorizar outras categorias a ter o porte de armas”.

A antropóloga e professora do Departamento de Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense (UFF) Jacqueline Muniz também critica a proposta.

“Este projeto frágil se trata de um oportunismo de mercado , um marketing pessoal em buscas de doações para a próxima campanha. Não é uma projeto para contribuir com a segurança”, afirma.

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Procurado, o deputado Alexandre Knoploch não respondeu o contato da reportagem.

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