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POLÍTICA

Witzel tem 5 dias para explicar à PGR supostas ameaças ao secretário de Saúde

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Fernando Frazão/Agência Brasil

O governador afastado entregou, sua defesa ao Tribunal Misto

O governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) , tem cinco dias para explicar à Procuradoria-geral da República (PGR) sobre as supostas ameaças que ele teria feito ao atual secretário de Estado de Saúde, Carlos Alberto Chaves, em um vídeo ao vivo transmitido pelas redes sociais na última terça-feira (5).

Witzel chamou o secretário de ” mentiroso ” por causa do depoimento concedido por ele ao Tribunal Misto Especial, que julga o processo de impeachment de Witzel, no dia 17 de dezembro. Ele disse que teria dado voz de prisão ao secretário se estivesse presente na sessão.

“Eu queria dizer para o secretário de Saúde do Rio de Janeiro: o senhor é um mentiroso, doutor Chaves. Desculpa, o senhor tem 70 anos de idade e tinha que ter vergonha na sua cara de ter ido naquele tribunal mentir. E durante, agora, as alegações, nós vamos mostrar a sua mentira. O senhor é um mentiroso. O senhor mentiu perante o tribunal. Eu estava aqui assistindo, não estava lá presente. Se eu estivesse lá presente, eu pedia a sua prisão. A sua condução coercitiva para que você peça desculpas ao tribunal porque o senhor é um mentiroso”, disse o Witzel no vídeo.

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 O prazo de cinco dias para que o governador afastado se explique foi emitido pela subprocuradora-geral da República Lindora Maria de Araújo. Witzel é autuado pela PGR por falas em tom de ameaça ao secretário, que é testemunha no processo de impachment.

Após ser autuado, Witzel se pronunciou no Twitter: “Esclareço que apenas e tão somente exerci meu direito sagrado de defesa diante de informações inverídicas. Informações essas que constaram de determinado depoimento. Não ameacei, nem poderia ameaçar, na medida em que o depoimento já foi prestado, em data anterior à critica que veiculei nas minhas redes sociais.”

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POLÍTICA

Podcast Último Segundo: A representatividade feminina na política brasileira

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Professora de ciências políticas, Tamara Crantschaninov, a vereadora Benny Briolly, a covereadora Carol Iara e a vereadora Camila Valadão
Reprodução/ Podcast Último Segundo

Professora de ciências políticas, Tamara Crantschaninov, a vereadora Benny Briolly, a covereadora Carol Iara e a vereadora Camila Valadão

Nas últimas eleições municipais de 2020, o Brasil elegeu, com números expressivos, candidatas que, de certa forma, passaram por cima da conhecida velha política. Neste 8 de março,  dia Internacional da Mulher , é preciso relembrar o quão significativo foram os resultados das últimas eleições municipais no país. Foram escolhidos políticos que pudessem dar seguimento para a construção e execução de políticas públicas voltadas para assuntos que antes, eram tratados como minoritários. 

Pela primeira vez na história, as candidatas eleitas passaram por cima de uma política conservadora , composta majoritariamente por homens, com o intuito de introduzir pautas que em sua maioria, não são representadas pelos políticos eleitos . Mulheres, pretas, trans, LGBTI+: elas foram a escolha da população para que um novo caminho fosse construído em cima de pautas que representassem a diversidade.

Segundo um estudo coordenado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e pela ONU Mulheres, com o apoio da organização IDEA Internacional, o Brasil é um dos últimos países na América Latina em relação aos direitos e representação feminina . O iG conversou com vereadoras eleitas e uma professora de ciências políticas para debater um pouco sobre o cenário político brasileiro atual.

Confira nossa podcast a seguir:

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