conecte-se conosco


POLÍTICA

Witzel entra com recurso de decisão que o afasta do cargo por mais um ano

Publicado em

POLÍTICA

source
Governador afastado do Rio de Janeiro Wilson Witzel
Carlos Magno/Governo do Estado do Rio de Janeiro

Governador afastado do Rio de Janeiro Wilson Witzel

O governador afastado do Rio de Janeiro , Wilson Witzel (PSC), entrou com recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra uma decisão que prorrogou seu afastamento por mais um ano. De acordo com os advogados, a decisão da Corte Especial do STJ não apresentou fundamentação para a extensão do período.

A medida ocorreu durante julgamento em fevereiro, quando o órgão aceitou denúncia contra Witzel pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

No documento, a defesa ainda diz que a manutenção do afastamento provocaria a cassação indireta do mandato de governador. Para ela, a ação também seria uma inconstitucional antecipação de pena.

O prazo original de 180 dias de afastamento, decidida pelo STJ em agosto de 2020, se encerraria no fim de fevereiro. O Tribunal Especial Misto que julga o impeachment de Witzel aguarda uma notificação do órgão para dar continuidade ao processo contra o político.

Leia mais:  Pedidos por impeachment de Jair Bolsonaro batem recorde nas redes

Em nota, o governador afastado afirmou que é alvo de perseguição política e que está lutando para reassumir o mandato para contribuir na luta contra a pandemia.

Comentários Facebook
Propaganda

POLÍTICA

Após ser alvo de representação, Kajuru desafia Flávio no Conselho de Ética

Publicados

em

Por

source
Senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) divulgou áudio de conversa com Bolsonaro
Edilson Rodrigues/Agência Senado

Senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) divulgou áudio de conversa com Bolsonaro

Após ser representado pelo senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) no Conselho de Ética nesta segunda-feira (12), o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) disse que desafia o filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a um escrutínio do colegiado. Flávio é investigado no inquérito das “rachadinhas”, que apura um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro no gabinete do parlamentar na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Kajuru disse que riu ao saber da representação de Flávio Bolsonaro no Conselho de Ética . O filho do presidente alegou que o colega de Senado teve uma “conduta imoral” ao gravar Bolsonaro sem consentimento e divulgar o áudio em que ele falava sobre a criação da CPI da pandemia .

“Eu ri, eu ri, o que posso fazer? Nessa hora, você tem que rir. Para mim, foi motivo de dar risada logo ele, entre 81 senadores, o que me representa no Conselho de Ética é quem exatamente deveria estar no Conselho de Ética? Porque eu nunca fui acusado de crime. Nenhuma esfera da Justiça nunca me denunciou por nada, nem na minha vida jornalística, nem na minha vida política. A Polícia Federal nunca foi na minha casa às 6h30 da manhã, eu nunca fui manchete negativa do Jornal Nacional. Eu fiz um convite a ele: Já que ele me quer no conselho de ética, eu também faço o mesmo convite: vamos juntos, vamos ver se você tem coragem de ir lá e explicar uma denúncia grave contra você”, disse Kajuru.

Leia mais:  Bolsonaro vai passar Réveillon na Bahia, mas longe de praias atingidas por óleo

O senador reafirmou que está tranquilo sobre a apuração do Conselho de Ética e colocou a quebra do sigilo telefônico à disposição.

Você viu?

“Ele (Bolsonaro) não só sabia (que estava sendo gravado) como respondeu pra mim: ‘Kajuru, não tenho nada a esconder’, quando comuniquei a ele que ia para o ar às 12h40. Pode abrir o sigilo telefônico dos dois. Vamos ver quem está falando a verdade. Estou tranquilíssimo, consciência limpa, fiz a minha missão e a cumpri de forma completamente honesta e indiscutível e insofismável”, disse.

Kajuru minimizou o fato de o Cidadania convidá-lo a deixar o partido. O senador disse que partiu dele a sinalização que abandonaria da legenda por divergir da cúpula. Kajuru disse que é independente e negocia sua ida para o Podemos.

“Eu os avisei hoje cedo. Há três meses estou acertando com o senador Álvaro Dias para ir para o Podemos. Eu só continuei no Cidadania por respeito por admiração ao Alessandro (Vieira, senador), a Eliziane (Gama, senadora) e ao carinho do Roberto Freire, mas eu não sou obrigado a concordar com tudo o que o Roberto Freire quer. Quando eu vi que tinha gente do partido contra a CPI (que inclui Estados e municípios) eu me decepcionei, acabou o casamento. Com o acontecimento de hoje, eu me antecipei: podem me expulsar, fazer o que quiser, eu não estou nem aí. Quero ir para o Podemos”, disse Kajuru. “Eu fiquei feliz. Foi a melhor notícia da minha vida hoje foi essa. Estou livre para ir para o partido que eu quero”, completou.

Leia mais:  Bolsonaro muda roteiro de live para não falar sobre depósito para Michelle

Comentários Facebook
Continue lendo

ITURAMA E REGIÃO

POLICIAL

POLÍTICA

ECONOMIA

Mais Lidas da Semana