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POLÍTICA

Vice da Câmara rebate críticas de bolsonaristas: “Extremistas não me intimidam”

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Marcelo Ramos, vice-presidente da Câmara dos Deputados, criticou os quatro decretos editados por Bolsonaro para flexibilizar a compra e o porte de armas no Brasil
Reprodução / Agência Câmara

Marcelo Ramos, vice-presidente da Câmara dos Deputados, criticou os quatro decretos editados por Bolsonaro para flexibilizar a compra e o porte de armas no Brasil

O vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PL-AM), reagiu às críticas sofridas por bolsonaristas que defendem os quatro decretos sobre armas editados pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) . Ao Radar, da Veja , o deputado disse que “esse tipo de crítica não me intimida”.

“Pelo contrário, fortalece a minha convicção. Sou um moderado e cada fez que extremistas me atacam, tenho mais certeza de que estou no caminho certo”, afirmou Ramos.

O ataque dos bolsonaristas começou após o vice da Câmara afirmar, nas redes sociais, que “o conteúdo dos decretos relacionados a armas editados pelo presidente é o fato de ele exacerbar do seu poder regulamentar e adentrar numa competência que é exclusiva do Poder Legislativo (…) “O presidente pode discutir sua pretensão, mas encaminhando PL à Câmara”, disse

No dia seguinte (15), Ramos voltou a criticar os decretos. O parlamentar disse que existe “um uso da questão do CACs [sigla para colecionadores, atiradores e caçadores] para dissimular o desejo de armar a população”. “O povo não precisa de arma, precisa de vacina”.

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POLÍTICA

Marco Aurélio manda Câmara votar abertura de processo contra Bolsonaro

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Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello
REPRODUÇÃO/AGÊNCIA BRASIL

Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu nesta quinta-feira (4) que a Câmara dos Deputados vote a abertura da um processo contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Trata-se de uma queixa-crime por calúnia apresentada pelo governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).

Segundo o governador do Maranhão, Bolsonaro afirmou em uma entrevista que Dino teria negado pedido do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) para que a Polícia Militar maranhense garantisse a segurança presidencial durante visita ao estado, em 2020.

“A mentira pode ser usada deliberadamente no debate político? O Presidente da República, com suas elevadas atribuições, pode costumeiramente mentir?”, diz Dino no documento.

O Ministro Marco Aurélio encaminhou a queixa à Câmara. “Admitida a acusação contra o presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade. § 1º O Presidente ficará suspenso de suas funções: I – nas infrações penais comuns, se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal”, diz a decisão.

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