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POLÍTICA

Vestido de palhaço, Alexandre Frota “ameaça” ex-colegas do PSL; assista

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Reprodução/Twitter

O deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) se vestiu de palhaço para criticar o clã-bolsonarista em vídeo publicado em sua conta do Twitter.

O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) soltou mais uma alfinetada para os aliados de  Jair Bolsonaro em sua conta oficial do Twitter. Nesta quinta-feira (14), o parlamentar publicou um vídeo em que aparece vestido de palhaço. Com xingamentos e palavrões,  Frota direcionou mensagens ao clã-bolsonarista, com  indiretas aos filhos do presidente. 

O vídeo inicia com a trilha de abertura da Voz do Brasil. Em seguida, Alexandre Frota aparece gritando como um vaqueiro , com o rosto coberto de maquiagem, nariz vermelho e peruca colorida. A voz do parlamentar também está distorcida, mais grave que o normal, acentuando o tom de ameaça .

“Diferente de você, o palhaço aqui tem RG e CPF. O palhaço aqui mete a cara”, disse Frota, mandando indiretas aos bolsonaristas. “Tá apagando os posts do Twitter? Eu te pego, filho de uma p***. Ninguém mais suporta”.

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A provocação também recaiu sobre o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ). ” Você quase embaixador, covarde, menino de fralda. Que p*** de governo é esse?”, questionou Frota.  

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POLÍTICA

Rodrigo Maia diz que pensão a solteiras ‘absurdo’ e cobra mudança no STF

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Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Maia cobrou que STF mude entendimento de lei sobre pensões

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse neste domingo (19) que vai continuar trabalhando para que o Supremo Tribunal Federal (STF) mude a interpretação da lei que garante o benefício para 194 filhas solteiras de ex-parlamentares e ex-servidores. Custo anual de R$ 30 milhões foi considerado um “absurdo” por Maia. O caso foi revelado pelo jornal O Estado de São Paulo e a situação que mais chama atenção é a da pesquisadora Helena Hirata, que mora há 49 anos em Paris e recebe R$ 16.881,50 por mês apenas por ser solteira e filha de ex-deputado.

Em uma auditoria do Tribunal de Contas da União de foram encontradas suspeitas de fraudes em 19 mil pensões para filhas solteiras. Os valores foram pagos em diversos órgãos da administração pública federal, não apenas do Legislativo. O tribunal alterou a interpretação da lei e obrigou que as pensionistas comprovassem a dependência do benefício para manterem o privilégio.

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“Depois da interpretação do Tribunal de Contas da União, o STF deu infelizmente decisão garantindo o direito adquirido. Todos os casos como esses mostrados são absurdos. Vamos continuar investigando, tomando as decisões e trabalhando para que o STF mude sua interpretação e tenha interpretação real daquilo que é o correto, para que não tenhamos privilégios e desperdícios desnecessários”, disse Maia.

As solteiras passaram a reivindicar ao Supremo a manutenção das remunerações. O ministro Edson Fachin suspendeu o acórdão do TCU e determinou a aplicação do entendimento original à lei, o que foi respaldado pela Segunda Turma da Corte. De forma reservada, um integrante do Supremo também classificou os pagamentos como “absurdo”.

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As pensões são garantidas por uma lei de 1958. Em 1990, outra legislação pôs fim aos pagamentos, mas quem havia adquirido o direito o manteve. Para não perdê-lo, basta permanecer solteira ou não ocupar cargo público permanente. Denúncias de fraudes não faltam. Em dezembro, por exemplo, uma mulher foi indiciada por estelionato pela Polícia Legislativa por ser casada e manter o benefício.

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