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Vereador Fernando Holiday é expulso do Patriota, que busca abrigar Bolsonaro

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Vereador Fernando Holiday, que agora está sem partido
André Bueno / CMSP

Vereador Fernando Holiday, que agora está sem partido

vereador de São Paulo,  Fernando Holiday anunciou nesta segunda-feira (5) que foi expulso do Patriota, partido no qual era filiado, sob a alegação de infidelidade partidária.

Crítico do governo Bolsonaro , Holiday foi alvo do processo de expulsão após se recusar a declarar apoio formal ao candidato apoiado pela sigla à presidência da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

Pelas redes sociais, o vereador, ex- membro do Movimento Brasil Livre ( MBL ), acusa o partido de pretender se aliar ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Holiday ainda teceu críticas ao governo federal, acusando-o de “destruir o país”.

Confira o tuíte:

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Além do vereador, outros nomes conhecidos por serem liberais devem passar pelo mesmo processo de infidelidade partidária, como o vereador Rubinho Nunes e o deputado estadual Arthur do Val, o “mamãe falei” , segundo informações do jornalista Fábio Zanini, da Folha.

Sem partido desde novembro de 2019, quando anunciou a saída do PSL , e com o iminente fracasso da criação do Aliança pelo Brasil, Bolsonaro é “paquerado” pelo Patriota, que surge como uma opção para o presidente disputar a reeleição.

(Sob supervisão de Valeska Amorim)

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Queiroga deve ser o primeiro ouvido pela CPI da Covid, diz senador

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Senador Humberto Costa (PT-PE)
Agência Brasil

Senador Humberto Costa (PT-PE)

Humberto Costa (PT-PE), um dos senadores indicados para compor a CPI da Covid, disse em entrevista à CNN Brasil que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, deve ser o primeiro convidado a prestar esclarecimentos sobre as ações do governo federal durante a pandemia. 

Segundo o senador da oposição, a escolha pelo atual titular da Saúde se dá pelo motivo de que a CPI, em um primeiro momento, deve buscar respostas sobre as medidas de combate à Covid-19 que devem ser adotadas imediatamente.

“Acho que o primeiro convidado deve ser o próprio ministro da Saúde, para que ele possa nos dizer o que o governo pretende fazer daqui para frente para o controle da pandemia, como eles estão enfrentando e procurando resolver os problemas emergenciais, como a escassez de vacinas, como a crise de abastecimento de medicamentos para procedimentos complexos como as entubações. A CPI tem que exercer o papel de investigar, mas também exercer o papel para que o governo cumpra a sua missão, e nós vamos cobrar”, afirmou o senador, que foi ministro da Saúde por pouco mais de dois anos durante o primeiro mandato do governo Lula.

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O senador disse que a CPI deve começar o “mais urgente possível” e que a agilidade para o início dos trabalhos deveria ser um interesse também do governo federal, já que a investigação pode se alongar até próximo das eleições de 2022.

“Defendo que a CPI comece de imediato, temos que apresentar a proposta de um funcionamento misto, ouvir pessoas, fazer reuniões onde tenhamos um debate mais conceitual, ouvindo cientistas e professores, pode ser feito de forma remota. As audiências onde vamos escutar testemunhas e debater quebra de sigilos ou acesso a documentos sigilosos, essa podemos fazer de modo presencial ou semi presencial, um pouco mais para frente, dentro de 1 mês e meio, quando melhorar a situação da pandemia”, afirmou Costa. 

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