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Vendas na semana de Páscoa crescem 1,9%, diz Serasa Experian

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O Indicador da Serasa Experian de Atividade do Comércio – Páscoa mostra que as vendas nacionais no varejo físico cresceu 1,9% durante a semana santa, de 29 de março a 4 de abril.

A ligeira alta acontece em relação ao índice negativo registrado ano passado (6 a 12 de abril de 2020), que chegou a 23,8%, o pior resultado de toda a série histórica, iniciada em 2007.

Índice de Atividade do Comércio - PáscoaÍndice de Atividade do Comércio - Páscoa

Indicador de Atividade do Comércio – Páscoa – Serasa

As celebrações da semana santa e do domingo de Páscoa ocorreram pelo segundo ano consecutivo com medidas de restrição em todo país para evitar mais contaminações pelo novo coronavírus.

De acordo com índice, no fim de semana de Páscoa, levando em conta apenas os dias de 2 a 4 de abril de 2021, houve queda de 9,5%, com relação ao período de 10 a 12 de abril de 2020.

Para o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, o agravamento da pandemia e as medidas de distanciamento social em muitas cidades impactaram o índice. “As pessoas precisaram se adequar para fazer as compras, uma vez que os comércios que ainda seguem abertos funcionaram em horários reduzidos. Isso fez com que os consumidores se programassem melhor durante a semana e não realizassem compras de última hora, o que acabou se refletindo nos dados das vendas”, disse.

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Diferente de outros anos, em que os estoques de ovos de chocolate eram vendidos majoritariamente nos últimos três dias anteriores ao domingo de Páscoa, desta vez a maioria dos produtos típicos foi comercializada com maior antecedência.

Segundo o presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Antônio Cesa Longo, os estabelecimentos de Porto Alegre contabilizaram queda de até 5% nesta Páscoa. Produtos mais baratos e com menor valor foram as principais alternativas da população como aponta Cesa Longo. “Em lugar do ovo de chocolate grande, o consumidor adquiriu três ou quatro caixas de bombons ou pequenos ovos, presenteando pessoas importantes do seu convívio”, disse.

*Estagiário sob a supervisão de Kelly Oliveira.

Edição: Kelly Oliveira

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Dólar sobe para R$ 5,72 e fecha no maior valor em duas semanas

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Influenciado pelo exterior e por tensões no mercado interno, o dólar voltou a superar a barreira de R$ 5,70 e fechou no maior valor em duas semanas. A bolsa de valores resistiu às pressões externas e subiu quase 1% em um dia de poucas negociações.

O dólar comercial encerrou hoje (12) vendido a R$ 5,722, com alta de R$ 0,047 (+0,84%). A moeda norte-americana iniciou a segunda-feira em baixa, chegando a R$ 5,63 na mínima do dia, por volta das 9h50. Depois das 12h, reverteu a tendência e passou a subir. A cotação atingiu o maior nível desde 30 de março, quando tinha encerrado a R$ 5,762.

Diferentemente do câmbio, o mercado de ações teve um dia de tranquilidade, marcado por ganhos. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 118.812 pontos, com alta de 0,97%. O indicador descolou-se do exterior, tendo subido o dia inteiro, enquanto os índices norte-americanos tiveram um dia de queda. A bolsa brasileira registra perda de apenas 0,17% em 2021.

Dois fatores contribuíram para a volatilidade no mercado de câmbio. Depois de dias de queda, as taxas dos títulos do Tesouro norte-americano de dez anos voltaram a subir nesta segunda. Juros mais altos nos papéis norte-americanos, considerados os investimentos mais seguros do mundo, pressionam a cotação do dólar em países emergentes, como o Brasil.

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O impasse em torno das negociações sobre o Orçamento Geral da União de 2021 também voltaram a influenciar o dólar. O presidente Jair Bolsonaro tem dez dias para sancionar o texto, aprovado com o remanejamento de R$ 26,45 bilhões de despesas obrigatórias para emendas parlamentares impositivas. A equipe econômica recomendou o veto parcial, para evitar a violação do teto de gastos e questionamentos do Tribunal de Contas da União.

*Com informações da Reuters

Edição: Nádia Franco

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