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Economia

Vendas do comércio do Rio caem 15% em janeiro

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As vendas do comércio lojista da capital fluminense caíram 15% em janeiro deste ano, em comparação ao mesmo mês do ano passado. A informação foi dada hoje (11) pelo presidente do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio) e do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro (SindilojasRio), Aldo Gonçalves,com base em pesquisa feita com 750 estabelecimentos comerciais da cidade. Juntas, as duas entidades representam mais de 30 mil lojistas.

Aldo Gonçalves informou que, tradicionalmente, janeiro é um mês fraco em termos de vendas e fica imprensado entre o Natal e as férias. Ele não tem dúvidas que o resultado de janeiro continua refletindo fortemente os efeitos da pandemia do novo coronavírus, do desemprego e da retração da renda. Esses três fatos estão afastando o consumidor das compras, apontou Gonçalves.

“Diante desse quadro, ele prefere economizar, principalmente as pessoas de menor poder aquisitivo que perderam o fôlego para comprar e nem mesmo as ações promovidas pelos lojistas, como liquidações, descontos e facilidade de crediário, foram suficientes para aumentar as vendas “, comentou o presidente do CDLRio.

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Esperança

Para os próximos meses, entretanto, ele acredita que as vendas poderão ser melhores, graças à medida tomada pela prefeitura carioca de suspender a licença para novos ambulantes, antigo pleito do SindilojasRio. “Diante da prolongada e grave crise que vem afetando o comércio carioca nos últimos anos, resoluções como essa sinalizam uma mudança de rumo na gestão da cidade, com foco na revitalização dos espaços públicos e na recuperação econômica. Essas medidas foram bem recebidas pelo comércio formal, que gera milhares de empregos e renda, paga impostos e vem enfrentando uma crise sem precedentes, muito antes da pandemia, sem o necessário apoio do poder público”, criticou Aldo Gonçalves.

Os dados do CDLRio e do SindilojasRio revelam que todos os setores apresentaram resultado negativo. No Ramo Mole, que engloba os chamados bens não duráveis, as maiores quedas no faturamento foram registradas nos segmentos de tecidos (-10,1%), calçados (-12,5%) e confecções (-12,4%); já no Ramo Duro (bens duráveis), as vendas registraram maiores quedas em óticas (-11,5%), móveis (-10,9%), jóias (-10,5%) e eletrodomésticos (-9,9%). A venda a prazo foi a forma de pagamento preferida pelos consumidores, apesar de mostrar retração de 5,8% em relação a igual mês de 2020.

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Conforme a localização dos estabelecimentos comerciais, a pesquisa mostrou que as lojas do centro da cidade experimentaram quedas nas vendas de 12%, as da zona sul, queda de 10,6% e as da zona norte, queda de 11,1%, no setor de bens duráveis. No setor de bens não duráveis, as lojas da zona sul tiveram queda nas vendas 9,6%, as da zona norte  de 10,5% e as do centro foram as que tiveram a maior baixa 11,1%.

Edição: Aline Leal

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Economia

Ampliados setores que vão abrir durante lockdown no Distrito Federal

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O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, assinou neste sábado (27) novo decreto que amplia os setores que poderão funcionar durante o lockdown (fechamento do comércio) que entrará em vigor à meia-noite de hoje. A suspensão de atividades não essenciais até 15 de março foi determinada ontem (26) em função do aumento de casos de covid-19 e a falta de UTIs (Unidades de Tratamento Intensivo) disponíveis na rede pública de saúde. 

Com o novo decreto, está liberado o funcionamento de agências bancárias, lotéricas, bancas de jornais e revistas, empresas de manutenção de equipamentos hospitalares, toda a cadeia do segmento de veículos automotores e escritórios de advocacia, contabilidade e imobiliárias. 

Continuam impedidos de funcionar academias, bares, boates, casas noturnas, shoppings, feiras e clubes recreativos. Restaurantes só poderão funcionar com serviço de entrega, sem abertura ao público. 

O decreto publicado ontem liberou o funcionamento de supermercados, mercearias, postos de combustíveis, comércio de produtos farmacêuticos, clínicas médicas, odontológicas, laboratórios e clínicas veterinárias. Também estão fora das restrições igrejas e templos religiosos, lojas de conveniência, funerárias e serviços de fornecimento de energia, água, esgoto, telefonia e coleta de lixo.

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Confira a íntegra do decreto do governador do DF.

Edição: Kleber Sampaio

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