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EDUCAÇÃO

Turmas da Pós-Graduação UNIFEV também seguem atividades com aulas remotas

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Especializações estão retornando à rotina acadêmica de forma gradativa, atendendo às necessidades de cada aluno

Assim como a graduação e o Colégio Unifev, a Pós-Graduação UNIFEV também deu andamento às suas atividades, com a realização das aulas online. O ensino remoto agora faz parte da rotina de grande parte das instituições de ensino, que tiveram que se adaptar rapidamente para dar continuidade ao calendário acadêmico.

De acordo com a coordenadora do setor, Profa. Ma. Edilene Simioli, os cursos de pós-graduação seguem uma programação diferente da graduação, por isso a retomada das aulas está acontecendo de forma gradativa. “Por trabalharmos com módulos, as especializações possuem uma rotina acadêmica mais flexível. Desta forma, estamos retornando da maneira que possa ser confortável para todos os alunos”, explicou.

Até o momento, as aulas remotas estão sendo realizadas para as especializações em Design de Interiores, em Engenharia de Estruturas, em Engenharia de Segurança do Trabalho e em Psicanálise Clínica. Nas próximas semanas, as demais turmas devem retornar às suas atividades.

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Mais informações podem ser obtidas na Secretaria de Pós-Graduação, pelo telefone (17) 3405-9985.

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EDUCAÇÃO

MEC alerta em ofício que Enem 2021 pode ser suspenso por falta de recursos

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Ministério da Educação (MEC) enviou um ofício à Economia, em 4 de maio, alertando que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 pode ser suspenso devido à falta de recursos.

Segundo o texto assinado pelo ministro Abraham Weintraub, os limites disponibilizados para despesas discricionárias – que não são obrigatórias e incluem os custeios de políticas educacionais – foram estabelecidos na ordem de R$ 18.780,1 bilhões para o próximo ano. Já para este ano, foram programados R$ 22.967,8 bilhões.

No ofício, o MEC aponta que, caso os R$ 18 milhões sejam mantidos no Projeto de Lei Orçamentária de 2021, “deixarão sem cobertura orçamentária diversas demandas essenciais à área da educação, com repercussões negativas em toda a sociedade, além de comprometer o alcance de metas relevantes para as políticas educacionais do Governo”.

De acordo com o documento, entre essas demandas estão a execução do Enem 2021, além de um possível fechamento de cursos, campi e até instituições:

“Ressalta-se que, dentre os programas que correm risco de não serem continuados, encontra-se o consagrado Exame Nacional do Ensino Médio – Enem, e soma-se a esse prejuízo o fechamento de cursos, campi e possivelmente instituições inteiras, comprometendo a educação superior e a educação profissional”.

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Para tentar solucionar esse problema, o MEC pediu ao Ministério da Economia uma complementação de R$ 6,9 bilhões ao que está previsto na proposta de orçamento para 2021, que ainda está sendo elaborada.

A TV Globo e o G1 pediram esclarecimentos para o MEC. No entanto, até a mais recente atualização desta publicação desta reportagem, a pasta ainda não tinha enviado as respostas.

Trecho do ofício do MEC solicitando ampliação de orçamento para 2021 — Foto: Reprodução

Trecho do ofício do MEC solicitando ampliação de orçamento para 2021 — Foto: Reprodução

Nota do Ministério da Economia

Veja abaixo a íntegra da nota do ministério:

“Em 26 de maio de 2020 foram envidados ofícios aos Ministérios setoriais, divulgando os referenciais monetários preliminares para o Projeto de Lei Orçamentária 2021. Os referenciais monetários foram definidos com base em projeções globais das despesas e receitas da União para o próximo exercício.

Dada a necessidade de cumprimento do Teto de Gastos, é importante destacar que as despesas primárias obrigatórias vêm crescendo ao longo dos anos, o que comprime as dotações disponíveis para as despesas primárias discricionárias, onde se enquadram as despesas do Programa em questão.

Ressalta-se que os limites são distribuídos para os Ministérios de forma global. Cabe ao Ministério setorial distribuir internamente esse valor entre os seus programas de acordo com a prioridade de cada Órgão.

Por fim informamos que, tendo em vista que são projeções ainda preliminares, esses valores estão sujeitos a alterações até o envio do Projeto de Lei Orçamentária para 2021 para apreciação do Congresso Nacional, o que ocorrerá até 31 de agosto.

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Por: G1

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