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POLÍTICA

Tereza Cristina e Onyx são exonerados para participarem de eleição na Câmara

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Titular da pasta da Agricultura, Tereza Cristina vai participar da votação na Câmara
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Titular da pasta da Agricultura, Tereza Cristina vai participar da votação na Câmara

Nesta sexta-feira (29), dois ministros foram exonerados para poderem votar na eleição da Câmara: Tereza Cristina (Agricultura) e Onyx Lorenzoni (Cidadania). Ambos são deputados federais do DEM, um dos partidos quem tem sido disputados entre os principais candidatos,  Arthur Lira (PP-AL) e Baleia Rossi (MDB-SP).

A eleição ocorre na próxima segunda-feira. O DEM faz parte oficialmente do bloco de Baleia, mas o grupo de Lira tenta atrair o partido para o seu bloco . O deputado do PP é apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro. Onze deputados do DEM já afirmaram que votarão em Lira. O partido terá 30 votos na eleição. Com Onyx e Tereza, seriam 13 votos.

O crescimento da dissidência a favor Lira abriu uma crise entre os dois principais caciques do DEM , o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), e o presidente da legenda, o ex-prefeito de Salvador ACM Neto, dois antigos aliados. Maia disse a ACM Neto ter sido alertado de que a sigla pode acabar ficando conhecido como “partido da boquinha”.

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Principal patrocinador da candidatura de Baleia , Maia, visto na Câmara como hábil articulador político, vem perdendo influência no próprio partido. O fato de ao menos 13 deputados da legenda votarem em Lira é um baque nas pretensões do presidente da Casa, que já afirmou que gostaria de articular uma candidatura de centro à Presidência da República em 2022, que poderia contar com a adesão de legendas de esquerda e de direita.

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Comissão de Educação da Câmara pode ficar com deputados bolsonaristas

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Deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR)
Gustavo Sales/Câmara dos Deputados

Deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR)

Com o adiamento das definições dos presidentes das comissões da Câmara para a semana que vem , deputados bolsonaristas começaram a negociar para que eles sejam os escolhidos para o comando da comissão de Educação da Casa. A informação é do jornal Folha de S.Paulo

Os nomes mais fortes para assumir o órgão colegiado são os dos deputados Carlos Jordy (RJ) e Aline Sleutjes (PR). Os dois são da ala bolsonarista do PSL e têm forte apelo nos posicionamentos ideológicas de apreço do governo Jair Bolsonaro (sem partido), sendo alguns dos principais aliados do presidente na Câmara .

Sleutjes ainda é investigada no inquérito que apura financiamento a atos antidemocráticos, que é conduzido sob relatoria do ministro Alexandre de Moares, do Supremo Tribunal Federal (STF). A definição é prevista para os próximos dias.

Desde o início das negociações, o grupo bolsonarista da legenda manteve como alvo principal a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), considerada a mais importante da Câmara. Já é quase certo que a CCJ fica com a deputada bolsonarista Bia Kicis  (PSL-DF), também investigada no inquérito que apura atos antidemocráticos e ​​no das fake news.

Leia mais:  Ao lado de Crivella, Bolsonaro faz discurso que exalta Deus e militares

No caso da Comissão de Educação, no entanto, ela também é considerada estratégica para o grupo. Assim como Bolsonaro, seus apoiadores veem o tema como o campo de batalha para pautas ideológicas no governo, que guarda pouca conexão com os problemas reais do Brasil.

O objetivo da conquista do comando da comissão seria a suposta proeminência da esquerda no setor e o fortalecimento de pautas de fundo religioso.

Nas últimas semanas, a comissão de Educação chegou a ser prometida para o DEM durante negociações tocadas pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). A legenda ainda mantém articulação para ficar com o colegiado.

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