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Suplicy interrompe reunião da chapa Lula-Alckmin: ‘Não fui convidado’

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Suplicy na reunião das diretrizes dp programa de governo do PT nesta terça-feira (21)
Reprodução: Youtube – 21/06/2022

Suplicy na reunião das diretrizes dp programa de governo do PT nesta terça-feira (21)

Um episódio envolvendo o vereador Eduardo Suplicy (PT- SP) causou constrangimento no evento de lançamento das diretrizes do programa de governo da chapa Lula-Alckmin nesta terça-feira. Alegando não ter sido convidado, Suplicy reclamou que uma proposta de renda básica de cidadania formulada por ele não tinha sido incluída no documento apresentado em São Paulo.

Na mesa estavam o pré-candidato a vice pelo PT, o ex-governador Geraldo Alckmin, e o pré-candidato à Presidência, o ex-presidente Lula, que permaneceu com a cabeça baixa enquanto Suplicy falava, com um papel em mãos.

“A proposta não foi considerada, infelizmente, entreguei por e-mail há dez dias e não foi considerada ainda, entre os itens principais, a instituição da renda básica de cidadania, aprovada por todos os partidos e sancionada pelo presidente Lula. Está no programa do PT há muitos anos. Ele (Mercadante) tem alguma coisa comigo, não me convidou para essa reunião! Mas hoje estou aqui e continuarei trabalhando para que Lula e Alckmin instituam a renda básica de cidadania enquanto eu estiver vivo”, disse Suplicy, cortando uma fala do ex-senador Aluizio Mercadante, presidente da Fundação Perseu Abramo e um dos coordenadores da campanha de Lula.

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Sem passar o microfone a Suplicy, que permaneceu de pé em frente à mesa, Mercadante respondeu que não era sua “função” acompanhar a lista de convidados:

“De fato não tive como acompanhar o convite de todas as pessoas. É só olhar o tamanho do plenário. Nem era minha função”, respondeu o ex-senador e ex-ministro.

Em seguida, Mercadante explicou que a proposta de renda básica de cidadania, motivo de reclamação de Suplicy e uma de suas principais pautas na vida política, seria discutida “em debate aprofundado” e “em momento oportuno” com as demais propostas que serão recebidas na plataforma recém-lançada pelo PT. Afirmou, ainda, que a reclamação era injusta:

“Cometeu duas graves injustiças aqui. Mas estou acostumado, fui líder com vossa excelência na bancada, sei que é assim mesmo”.

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Corrupção no MEC: Milton Ribeiro pede ao STF anulação de inquérito

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Ex-ministro da Educação foi preso na quarta-feira (22) e solto por habeas corpus na quinta (23)
Valter Campanato/Agência Brasil – 29/11/2021

Ex-ministro da Educação foi preso na quarta-feira (22) e solto por habeas corpus na quinta (23)

A defesa do  ex-ministro da Educação Milton Ribeiro pediu nesta terça-feira que o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheça como ilícito um áudio no qual o antigo titular do MEC disse atender a um pedido do  presidente Jair Bolsonaro (PL) ao priorizar prefeituras de amigos de pastores evangélicos na liberação de verbas da pasta.

O pedido foi encaminhado à ministra Cármen Lúcia, relatora do inquérito que tramita no STF contra Ribeiro. Mesmo com o recesso da Corte, a ministra segue despachando em relação aos inquéritos, às ações penais e às petições criminais.

A gravação deu origem à investigação que culminou com a prisão de Ribeiro há duas semanas. Segundo os advogados, o áudio é uma prova ilícita “com propósito de vazamento à mídia”. Por isso, pedem que toda a apuração seja anulada.

O ex-ministro da Educação disse, em uma conversa gravada, que prioriza a liberação de verbas prefeituras cujos pedidos foram negociados por dois pastores, segundo reportagem publicada pelo jornal “Folha de S.Paulo”. No áudio, o ministro afirmou que atendeu a uma solicitação do presidente Jair Bolsonaro. Sem cargos públicos, os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura atuam como assessores informais do Ministério da Educação, intermediando reuniões com gestores municipais, conforme revelou o jornal “O Estado de S. Paulo”.

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Foi com base nesses áudios que o procurador-geral da República, Augusto Aras, decidiu pedir ao Supremo a abertura de um inquérito para apurar suspeitas de crimes envolvendo Ribeiro na liberação de verbas para prefeituras indicadas por dois pastores com trânsito no ministério.

Além de Milton Ribeiro, que foi exonerado do MEC em 28 de março, também são alvo do inquérito que tramita no STF os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura.

No pedido de abertura de inquérito, a PGR apontou que a posição ocupada por Milton Ribeiro naquela época lhe dava a possibilidade de direcionar a alocação de recursos do Fundo de Desenvolvimento Nacional da Educação (FNDE) em determinado município, o que permitiria o favorecimento a aliados.

O pedido de investigação cita “a existência de uma uma potencial contrapartida à prioridade concedida na liberação dessas verbas” em troca da construção de igrejas nos municípios, o que poderia caracterizar os potenciais crimes.

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Fonte: IG Política

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