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Sentado ao lado de Mourão, Bolsonaro não cita nome do vice em evento; veja

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Presidente Jair Bolsonaro
Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o vice Hamilton Mourão (PRTB) se encontraram nesta segunda-feira (8) em evento em Brasília para anunciar o lançamento da plataforma Participa + Brasil. Esta é a primeira vez em que eles se encontram após desentendimento público entre os dois.

“Eu queria saudar o novo presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, saudar o Arthur Lira (presidente da Câmara), prezado Collor (Senador), prezado Ramos (Ministro da secretaria de Governo), prezado vice presidente da República, prezado Braga Neto (ministro da Casa Civil)”, disse em discurso, Bolsonaro, sendo Mourão o único presente no evento que não teve o nome citado, apenas o cargo.

Confira:

No evento, o presidente elogiou os novos líderes do Congresso , Lira e Pacheco, dizendo que eles terão um ” braço amigo” para resolver os problemas:

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“Vivemos, sim, uma crise. Nós temos problemas, mas é difícil tentar resolver sozinho, não contar com um braço amigo”, afirma Jair, fazendo uma crítica indireta ao ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), opositor ao governo federal.

Racha entre Bolsonaro e Mourão

No final de janeiro, um assessor do vice-presidente procurou um chefe de gabinete de um deputado federal, que não teve o nome revelado, para dizer que Mourao era ” mais preparado e político” do que Bolsonaro, dando a entender que estaria articulando um impeachment contra o atual presidente.

Após a divulgação, Mourão condenou a atitude e exonerou o assessor. Segundo informações, o vice estaria irritado pela falta de participação no governo. Prova disso é que Presidente e vice não se falam há certo tempo.

Publicamente, Moura já declarou em entrevista que não sabe se fará parte da chapa que concorrerá à reeleição à presidência em 2022 , mas negou que irá concorrer contra Bolsonaro.

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Comissão de Educação da Câmara pode ficar com deputados bolsonaristas

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Deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR)
Gustavo Sales/Câmara dos Deputados

Deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR)

Com o adiamento das definições dos presidentes das comissões da Câmara para a semana que vem , deputados bolsonaristas começaram a negociar para que eles sejam os escolhidos para o comando da comissão de Educação da Casa. A informação é do jornal Folha de S.Paulo

Os nomes mais fortes para assumir o órgão colegiado são os dos deputados Carlos Jordy (RJ) e Aline Sleutjes (PR). Os dois são da ala bolsonarista do PSL e têm forte apelo nos posicionamentos ideológicas de apreço do governo Jair Bolsonaro (sem partido), sendo alguns dos principais aliados do presidente na Câmara .

Sleutjes ainda é investigada no inquérito que apura financiamento a atos antidemocráticos, que é conduzido sob relatoria do ministro Alexandre de Moares, do Supremo Tribunal Federal (STF). A definição é prevista para os próximos dias.

Desde o início das negociações, o grupo bolsonarista da legenda manteve como alvo principal a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), considerada a mais importante da Câmara. Já é quase certo que a CCJ fica com a deputada bolsonarista Bia Kicis  (PSL-DF), também investigada no inquérito que apura atos antidemocráticos e ​​no das fake news.

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No caso da Comissão de Educação, no entanto, ela também é considerada estratégica para o grupo. Assim como Bolsonaro, seus apoiadores veem o tema como o campo de batalha para pautas ideológicas no governo, que guarda pouca conexão com os problemas reais do Brasil.

O objetivo da conquista do comando da comissão seria a suposta proeminência da esquerda no setor e o fortalecimento de pautas de fundo religioso.

Nas últimas semanas, a comissão de Educação chegou a ser prometida para o DEM durante negociações tocadas pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). A legenda ainda mantém articulação para ficar com o colegiado.

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