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POLÍTICA

Senador diz já ter assinaturas necessárias para protocolar CPI da Covid-19

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Senador Randolfe Rodrigues (Rede), relator do documento da CPI da Covid-19
Agência Brasil

Senador Randolfe Rodrigues (Rede), relator do documento da CPI da Covid-19

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) disse nesta quarta-feira (3) que já obteve a quantidade necessária de assinaturas para protocolar a  Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) , que terá como objetivo “apurar as ações e omissões do governo federal no enfrentamento da Covid-19 no Brasil e, em especial, no agravamento da crise sanitária no Amazonas”.

Segundo a assessoria de Randolfe, que é líder da oposição no Senado, o requerimento obteve 27 assinaturas, e será protocolado ainda nesta quarta-feira. Na sequência, o documento seguirá para a aprovação do recém-eleito presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

Há, também, além da CPI, a articulação para que se abra uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), com participação também da Câmara dos Deputados. para isso, entretanto, são necessárias 171 assinaturas de parlamentares da Casa.

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Segundo o documento que solicita a CPI, houve uma atuação “sistemática” do governo federal na violação de direitos fundamentáis básicos à vida e à saúde da população brasileira neste período de pandemia.

“O governo federal tentou impedir que os entes federados pudessem tomar medidas para diminuir o ritmo da propagação do vírus, como o isolamento social, o uso de máscara e álcool em gel”, diz o texto.

O senador ressalta, ainda, o atraso na campanha de vacinação, mesmo diante do colapso da rede de saúde em alguns municípios. Além disso, o documento responsabiliza o governo federal pela crise de saúde no Amazonas, marcada pela falta de oxigênio nos hospitais de Manaus.

“As omissões e ações erráticas do governo federal não podem mais passar incólumes ao devido controle do Poder Legislativo”, afirma o documento.

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POLÍTICA

Mandetta ironiza decisão do governo comprar vacinas: “Antes tarde do que nunca”

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Ex-ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM)
Reprodução: iG Minas Gerais

Ex-ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM)

Luiz Henrique Mandetta , ex-ministro da Saúde, demitido do cargo em abril de 2020, ironizou nesta quarta-feira (3) a situação do governo federal, que anunciou que irá adquirir doses das vacinas da Pfizer e da Jansen.

Seis meses depois de oferecer cerca de 70 milhões de doses de imunizantes, o governo federal deve, enfim, adquirir as vacinas da Pfizer contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2). A informação foi confirmada pelo ministro da saúde, Eduardo Pazuello.

Poucos minutos depois, Mandetta usou as redes sociais para ironizar a compra das vacinas, em um momento onde os resultados econômicos e referentes à pandemia são negativos.

Citando “recessão e falsos dilemas econômicos”, Mandetta se pronunciou. Confira o tuíte:

Desde que foi demitido da pasta, por discordâncias ideológicas com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Mandetta vem se manifestando contra ações governamentais. 

Na última terça, quando o Brasil registrou mais de 1700 mortes em decorrência da Covid-19 , o médico alertou que  “Se voltar tudo ao normal, acontece uma Manaus generalizada no Brasil”, e que a falta de ação do governo “não é solidário com as famílias”.

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