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POLÍTICA

Senado: Kajuru diz que Davi Alcolumbre foi “office boy de luxo de Bolsonaro”

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Jorge Kajuru (Cidadania) criticou Davi Alcolumbre e seu provável sucessor, Rodrigo Pacheco
Jefferson Rudy/Agência Senado

Jorge Kajuru (Cidadania) criticou Davi Alcolumbre e seu provável sucessor, Rodrigo Pacheco

O senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) retirou hoje (1) sua candidatura à presidência da Casa  e criticou o atual presidente Davi Alcolumbre (DEM) e o mais cotado para assumir o pleito, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

“O senhor entrou com a nossa confiança em mudança, e especialmente que não trocaria a palavra independência por subserviência. E o que o senhor foi nos últimos dois anos, desculpe a sinceridade, foi literalmente um office boy de luxo do presidente Bolsonaro”, disse a Alcolumbre.

Sobre Pacheco, Kajuru disse que imagina que “também será um ofice boy de luxo, e vai ter dois patrões (Alcolumbre e Bolsonaro). Não terá independência, será, também, subserviente”.

O senador do Cidadania declarou ter chorado quando o MDB passou a negociar cargos com Rodrigo Pacheco, abandonando Simone Tebet (MDB-MS) na disputa pela presidência do Senado.

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“Se não for você a vitoriosa, como, se Deus quiser, será, tenha a certeza de que você saiu muito maior do que você era. Muito maior depois de tudo que aconteceu. E este presidente que está aqui, Davi Alcolumbre, saiu muito menor. Ele que já perdeu eleição municipal lá (em Macapá), é perigoso não ganhar eleição nem para síndico.”

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POLÍTICA

Mandetta ironiza decisão do governo comprar vacinas: “Antes tarde do que nunca”

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Ex-ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM)
Reprodução: iG Minas Gerais

Ex-ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM)

Luiz Henrique Mandetta , ex-ministro da Saúde, demitido do cargo em abril de 2020, ironizou nesta quarta-feira (3) a situação do governo federal, que anunciou que irá adquirir doses das vacinas da Pfizer e da Jansen.

Seis meses depois de oferecer cerca de 70 milhões de doses de imunizantes, o governo federal deve, enfim, adquirir as vacinas da Pfizer contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2). A informação foi confirmada pelo ministro da saúde, Eduardo Pazuello.

Poucos minutos depois, Mandetta usou as redes sociais para ironizar a compra das vacinas, em um momento onde os resultados econômicos e referentes à pandemia são negativos.

Citando “recessão e falsos dilemas econômicos”, Mandetta se pronunciou. Confira o tuíte:

Desde que foi demitido da pasta, por discordâncias ideológicas com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Mandetta vem se manifestando contra ações governamentais. 

Na última terça, quando o Brasil registrou mais de 1700 mortes em decorrência da Covid-19 , o médico alertou que  “Se voltar tudo ao normal, acontece uma Manaus generalizada no Brasil”, e que a falta de ação do governo “não é solidário com as famílias”.

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