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POLÍTICA

Sem licitação: governador do AM gasta R$ 7,2 mi em 1 ano em jatos fretados

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Sem licitação: governador do AM gasta R$ 7,2 mi em 1 ano em jatos fretados
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Sem licitação: governador do AM gasta R$ 7,2 mi em 1 ano em jatos fretados

A gestão do governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), gastou R$ 7,2 milhões em dinheiro público em viagens oficiais usando jatos executivos fretados sem licitação. Entre outubro de 2019 e outubro de 2020, o governador e sua equipe viajaram pelo interior do estado e para Brasília nos jatos que são projetados para viajens internacionais. A informação foi publicada pelo portal Uol.

O governador e sua equipe se revezaram entre 3 aviões de 3 empresas de táxi aéreo a um custo que variou entre R$ 8.200 e R$ 18 mil a hora. Os números vão de encontro ao momento que o estado vive em relação à saúde no estado, que sofre pela falta de leitos e de oxigênio.

Procurada pelo Uol, a Secretaria Estadual da Casa Militar respondeu que as aeronaves foram utilizadas para o transporte de “oxigênio medicinal, medicamentos, EPIs (…) vacinas e traslado de corpos de vítimas da covid-19 que estavam em tratamento em outros estados”.

E complementaram: “A localização geográfica de Manaus em relação aos grandes centros administrativos e decisórios do país e a baixa disponibilidade de voos em horários diversos dificultam o deslocamento de forma ágil. Neste período de pandemia, houve a necessidade de deslocamento rápido do chefe do executivo para busca de apoio e recursos para o Estado”.

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POLÍTICA

Marco Aurélio manda Câmara votar abertura de processo contra Bolsonaro

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Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello
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Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu nesta quinta-feira (4) que a Câmara dos Deputados vote a abertura da um processo contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Trata-se de uma queixa-crime por calúnia apresentada pelo governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).

Segundo o governador do Maranhão, Bolsonaro afirmou em uma entrevista que Dino teria negado pedido do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) para que a Polícia Militar maranhense garantisse a segurança presidencial durante visita ao estado, em 2020.

“A mentira pode ser usada deliberadamente no debate político? O Presidente da República, com suas elevadas atribuições, pode costumeiramente mentir?”, diz Dino no documento.

O Ministro Marco Aurélio encaminhou a queixa à Câmara. “Admitida a acusação contra o presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade. § 1º O Presidente ficará suspenso de suas funções: I – nas infrações penais comuns, se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal”, diz a decisão.

Leia mais:  Moro no governo Bolsonaro afetou imagem da Lava Jato, diz chefe da operação

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