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POLÍTICA

“Se chamar para namorar, tem que casar”, diz líder do Patriota sobre Bolsonaro

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Reunião nesta sexta-feira pode selar aproximação entre Bolsonaro e Patriota
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Reunião nesta sexta-feira pode selar aproximação entre Bolsonaro e Patriota

Desde que deixou o PSL e não conseguiu tirar do papel o Aliança pelo Brasil, o  presidente Jair Bolsonaro busca uma nova casa dentro da política, principalmente para poder disputar a reeleição em 2022. Entre “paqueras” e conversas, um possível “namoro” pode estar pintando com o Patriota.

Segundo informações do jornal O Globo, Bolsonaro tem reunião com membros do Conselho Político do Patriota nesta sexta-feira (12) para iniciar negociações de uma possível filiação. A intenção do presidente, inclusive, é assumir um papel de controle, mas tal avanço ainda enfrenta resistências por conta de um “racha” dentro do partido.

“Ele pode estar paquerando. Não é namoro ainda. Se ele chamar para namorar, vamos conversar. Se der certo, tem que ir direto ao cartório. Já conhece, então tem que casar logo de papel passado”, afirmou Adilson Barroso , presidente do Patriota, um dos integrantes do partido que não esconde o desejo de ter Bolsonaro e retomar “história interrompida” em 2018, quando o presidente quase se filiou ao partido.

Porém, a divisão existente no partido pode acabar se tornando um problema para o avanço nas tratativas. Vice-presidente do Patriota , Ovasco Resende já sinalizou, em entrevista à revista Época, que não pretende abrir mão de seu poder dentro do partido: “não existe possibilidade nenhuma de qualquer liderança vir para tomar o comando do partido. Isso é fora de qualquer mesa de conversa. Ou se confia no partido para o qual você vem ou não”.

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POLÍTICA

Câmara dos Deputados vota esta semana a PEC Emergencial

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Câmara dos Deputados
Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados marcou para esta semana a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/2019, a PEC Emergencial . O presidente da Casa, Arthur Lira, anunciou que pautará a PEC para apreciação diretamente no plenário, sem passar por comissões.

A expectativa é aprovar a admissibilidade do texto na terça-feira (9) e, no dia seguinte, a votação em plenário em dois turnos. Na avaliação de Lira, é importante aprovar logo a PEC para possibilitar o pagamento de novas parcelas do auxílio emergencial à população ainda em março. O relator da proposta na Câmara é o deputado Daniel Freitas (PSL-SC).

O texto cria mecanismos de ajuste fiscal, caso as operações de crédito da União excedam as despesas. Entre as medidas, estão barreiras para que a União, os estados e os municípios criem despesas obrigatórias ou benefícios tributários. A PEC também possibilita o pagamento do auxílio emergencial com créditos extraordinários sem ferir o teto de gastos públicos .

No Senado, o texto sofreu mudanças importantes. O relatório do senador Márcio Bittar (MDB-AC) teve que ceder à resistência de vários colegas e foi retirado o trecho mais polêmico do seu parecer, o fim da vinculação obrigatória de parte do orçamento a investimentos com saúde e educação. Bittar também retirou a redução de salário e jornada de trabalho dos servidores públicos, como expediente de ajuste fiscal e equilíbrio das contas públicas.

Bittar adicionou uma “trava” a mais para evitar um gasto excessivo com o auxílio emergencial. O relator limitou a R$ 44 bilhões o valor disponível para pagamento do auxílio emergencial. O governo estima retornar com o auxílio emergencial em forma de quatro parcelas de R$ 250 ainda este mês.

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