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POLÍTICA

Sara Winter declara que “nunca mais” irá chamar Bolsonaro de ‘mito’

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Ativista Sara Winter
Reprodução/Instagram/Sara Winter

Ativista Sara Winter

A ativista Sara Winter , líder do grupo extremista “300 do Brasil” declarou em entrevista à Revista Veja que não intitulará mais Jair Bolsonaro pelo apelido de ‘mito’.

“Decidi me aposentar. Nunca mais vocês vão me ver gritando ‘mito’, ‘mito’. Hoje morreria de vergonha de fazer isso”, afirmou ela à publicação. “Fiz tudo aquilo acreditando que havia um movimento para derrubá-lo [Jair Bolsonaro]. Eu me sacrifiquei para defendê-lo e faria tudo de novo, apenas de uma maneira diferente”, afirma Winter.

Investigada pelo Supremo Tribunal Federal ( STF ) no inquérito dos atos antidemocráticos, já havia tecido críticas contra o presidente. Aos prantos, a ativista usou as redes sociais para dizer que não reconhecia mais Bolsonaro. “O homem que eu decidi entregar meu destino e vida para proteger um legado conservador”, declarou em outubro do ano passado.

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Nesta quarta (10), a Justiça rejeitou denúncias feitas contra Sara, que a acusavam de ameaça e injúria, cometido contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo.

“Pode parecer síndrome de Estocolmo, mas tenho mais a agradecer ao ministro Alexandre de Moraes do que à ministra Damares Alves”, afirmou na entrevista. No ano passado, Winter declarou que gostaria de “trocar socos” contra Moraes.

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POLÍTICA

Marco Aurélio manda Câmara votar abertura de processo contra Bolsonaro

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Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello
REPRODUÇÃO/AGÊNCIA BRASIL

Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu nesta quinta-feira (4) que a Câmara dos Deputados vote a abertura da um processo contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Trata-se de uma queixa-crime por calúnia apresentada pelo governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).

Segundo o governador do Maranhão, Bolsonaro afirmou em uma entrevista que Dino teria negado pedido do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) para que a Polícia Militar maranhense garantisse a segurança presidencial durante visita ao estado, em 2020.

“A mentira pode ser usada deliberadamente no debate político? O Presidente da República, com suas elevadas atribuições, pode costumeiramente mentir?”, diz Dino no documento.

O Ministro Marco Aurélio encaminhou a queixa à Câmara. “Admitida a acusação contra o presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade. § 1º O Presidente ficará suspenso de suas funções: I – nas infrações penais comuns, se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal”, diz a decisão.

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