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POLÍTICA

Sai Ernesto Araújo, entra Collor? Ala política do governo apoia mudança; entenda

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Ala do governo defende saída de chanceler e cogita nome do senador como substituto
Dammer Martins/MRE

Ala do governo defende saída de chanceler e cogita nome do senador como substituto

Nas últimas semanas, as críticas envolvendo o nome de Ernesto Araújo ganharam força dentro e fora do governo, com o chanceler sendo  apontado como o pior ministro pelo Congresso , mas o presidente sempre se manteve firme na convicção de que iria mantê-lo no cargo. Entretanto, tal postura pode estar perto de ser modificada e o nome do ex-presidente e atual senador Fernando Collor (PROS-AL) já surge como alternativa.

Segundo informações do blog da jornalista Andréia Sadi, a ala política do governo Bolsonaro estaria sugerindo a mudança ao presidente para que a pasta das Relações Exteriores , tão vital em meio ao processo de negociações por vacinas e insumos para o combate à Covid-19 , tivesse um político no comando.

Tal mudança sempre foi desdenhada pelo presidente, que tem em Araújo um de seus principais apoiadores. O apoio ao nome do chanceler já causou, inclusive, discussões dentro do governo: na última, Bolsonaro criticou o vice, Hamilton Mourão, por cogitar saída e disse que não precisa de “palpiteiro” : “Se alguém quiser escolher ministro, se candidate em 22 e boa sorte em 23”.

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E não foi apenas Mourão quem levantou dúvidas sobre a continuidade de Araújo na pasta. Recentemente,  auxiliares de Bolsonaro também apontaram o nome do ministro como o responsável pelo atraso na campanha de imunização no país e apontaram os recorrentes ataques à outras nações, em especial a China , nas redes sociais como um dos principais problemas.

Por outro lado, há um fator que pode impedir a movimentação. Ainda de acordo com o texto, o medo de um possível desgaste com ala mais radical do governo, que o acusaria de ter cedido ao “toma lá, dá cá” para garantir apoio aos seus candidatos na Câmara e no Senado, faz com que assessores de Bolsonaro defendam mudanças mais espaçadas na equipe ministerial, o que manteria Ernesto Araújo no comando da pasta.

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POLÍTICA

Ciro Gomes pede impeachment de  Bolsonaro: “condena população à morte”

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Ciro Gomes falou sobre a pandemia e pediu o impeachment de Jair Bolsonaro em suas redes sociais
Reprodução: iG Minas Gerais

Ciro Gomes falou sobre a pandemia e pediu o impeachment de Jair Bolsonaro em suas redes sociais

O ex-candidato à presidência da República, Ciro Gomes (PDT) , comentou nesta sexta-feira (26) sobre a atuação de Bolsonaro na pandemia em um momento que o sistema de saúde tem entrado em colapso em diversas cidades . Ele voltou a pedir o impeachment do presidente.

“Mais uma vez me dirijo ao que resta de decência do Congresso Nacional: manter Bolsonaro como presidente é manter nosso povo acuado, sem emprego, sem renda, sem comida e condenado à morte!”, disse em sua conta no Twitter.

Ciro afirmou que a rejeição de Bolsonaro às medidas de contenção à Covid-19 e a promoção de aglomerações é “criminosa”. 

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“O Brasil está muito próximo de viver uma tragédia assustadora! Governadores e prefeitos estão tentando proteger a população com medidas restritivas, como toque de recolher e lockdown”, defendeu. “E Bolsonaro, CRIMINOSAMENTE, promove aglomerações em municípios com graves índices de Covid-19”, completou. 

“Bolsonaro está condenando a população brasileira a assistir ainda mais mortes. Repito: o que está projetado para os próximos dias é terrível. É o colapso do sistema de saúde!” 

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