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POLÍTICA

Rodrigo Maia deverá anunciar saída do DEM na próxima semana, diz colunista

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Rodrigo Maia (DEM-RJ) chora em seu último discurso na Câmara
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Rodrigo Maia (DEM-RJ) chora em seu último discurso na Câmara

O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia , deve anunciar a saída do DEM na próxima segunda-feira (8). As informações são da jornalista Bela Megale, do Globo.

Internamente, Maia culpa o presidente da sigla, ACM Neto, pela derrota de Baleia Rossi (MDB-SP), seu sucessor na disputa pela presidência da Câmara. 

Um dia antes da eleição, o DEM anunciou a saída do bloco de Baleia, e declarou ser neutro na disputa, dessa forma, muitos votos migraram para Arthur Lira (PP-AL), que acabou se elegendo com mais de 300 votos, contra 145 do deputado apoiado por Rodrigo Maia.

Mesmo com o esforço de correligionários e de ACM, Rodrigo estaria decidido pela saída. Para não correr o risco de perder o mandato, ele precisa ser liberado pelo partido.

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Câmara dos Deputados vota esta semana a PEC Emergencial

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Câmara dos Deputados
Marcelo Camargo/ Agência Brasil

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A Câmara dos Deputados marcou para esta semana a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/2019, a PEC Emergencial . O presidente da Casa, Arthur Lira, anunciou que pautará a PEC para apreciação diretamente no plenário, sem passar por comissões.

A expectativa é aprovar a admissibilidade do texto na terça-feira (9) e, no dia seguinte, a votação em plenário em dois turnos. Na avaliação de Lira, é importante aprovar logo a PEC para possibilitar o pagamento de novas parcelas do auxílio emergencial à população ainda em março. O relator da proposta na Câmara é o deputado Daniel Freitas (PSL-SC).

O texto cria mecanismos de ajuste fiscal, caso as operações de crédito da União excedam as despesas. Entre as medidas, estão barreiras para que a União, os estados e os municípios criem despesas obrigatórias ou benefícios tributários. A PEC também possibilita o pagamento do auxílio emergencial com créditos extraordinários sem ferir o teto de gastos públicos .

No Senado, o texto sofreu mudanças importantes. O relatório do senador Márcio Bittar (MDB-AC) teve que ceder à resistência de vários colegas e foi retirado o trecho mais polêmico do seu parecer, o fim da vinculação obrigatória de parte do orçamento a investimentos com saúde e educação. Bittar também retirou a redução de salário e jornada de trabalho dos servidores públicos, como expediente de ajuste fiscal e equilíbrio das contas públicas.

Bittar adicionou uma “trava” a mais para evitar um gasto excessivo com o auxílio emergencial. O relator limitou a R$ 44 bilhões o valor disponível para pagamento do auxílio emergencial. O governo estima retornar com o auxílio emergencial em forma de quatro parcelas de R$ 250 ainda este mês.

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