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POLÍTICA

Rodrigo Maia critica ACM Neto após nomeação de ministro: “mostrou seu caráter”

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ACM Neto (BA) e Rodrigo Maia (RJ)
Metro 1

ACM Neto (BA) e Rodrigo Maia (RJ)

O ex-presidente da Câmara,  Rodrigo Maia (DEM-RJ) criticou o presidente nacional do seu partido, ACM Neto, nesta sexta-feira (12) após anúncio da nomeação do deputado federal João Roma (Republicanos-BA) como ministro da Cidadania.

Ao compartilhar a notícia em uma rede social, Maia declarou que “ACM Neto mostrou hoje o seu caráter”.

Confira:

O novo ministro de Bolsonaro , João Roma, é amigo e ex-chefe de gabinete de ACM. A nomeação do deputado indica maior proximidade entre o ‘centrão’ e o governo federal, muito influenciada pela eleição na Câmara.

A mágoa de Rodrigo com a legenda vem da eleição que decidiu seu sucessor na presidência da Câmara. Dias antes do pleito, o DEM retirou o apoio ao escolhido de Maia, Baleia Rossi (MDB), fazendo com que boa parte da bancada do partido migrasse para o bloco de Arthur Lira (PP-AL), vencedor do pleito.

Desde então, Rodrigo Maia vem disparando contra ACM . “Um traidor”, disse. Nos bastidores, a saída do deputado carioca do partido é dada como certa.

Com a chegada de Roma ao ministério , Onyx Lorenzoni , que ocupava o posto, foi deslocado para a Secretaria-Geral da presidência.

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POLÍTICA

Câmara dos Deputados vota esta semana a PEC Emergencial

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Câmara dos Deputados
Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados marcou para esta semana a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/2019, a PEC Emergencial . O presidente da Casa, Arthur Lira, anunciou que pautará a PEC para apreciação diretamente no plenário, sem passar por comissões.

A expectativa é aprovar a admissibilidade do texto na terça-feira (9) e, no dia seguinte, a votação em plenário em dois turnos. Na avaliação de Lira, é importante aprovar logo a PEC para possibilitar o pagamento de novas parcelas do auxílio emergencial à população ainda em março. O relator da proposta na Câmara é o deputado Daniel Freitas (PSL-SC).

O texto cria mecanismos de ajuste fiscal, caso as operações de crédito da União excedam as despesas. Entre as medidas, estão barreiras para que a União, os estados e os municípios criem despesas obrigatórias ou benefícios tributários. A PEC também possibilita o pagamento do auxílio emergencial com créditos extraordinários sem ferir o teto de gastos públicos .

No Senado, o texto sofreu mudanças importantes. O relatório do senador Márcio Bittar (MDB-AC) teve que ceder à resistência de vários colegas e foi retirado o trecho mais polêmico do seu parecer, o fim da vinculação obrigatória de parte do orçamento a investimentos com saúde e educação. Bittar também retirou a redução de salário e jornada de trabalho dos servidores públicos, como expediente de ajuste fiscal e equilíbrio das contas públicas.

Bittar adicionou uma “trava” a mais para evitar um gasto excessivo com o auxílio emergencial. O relator limitou a R$ 44 bilhões o valor disponível para pagamento do auxílio emergencial. O governo estima retornar com o auxílio emergencial em forma de quatro parcelas de R$ 250 ainda este mês.

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