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POLÍTICA

Relatora sobre prisão de Daniel Silveira: “Correta, necessária e proporcional”

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Magda Mofatto (PL-GO) é a relatora do caso do deputado preso
Lucio Bernardo Júnior/Câmara dos Deputados

Magda Mofatto (PL-GO) é a relatora do caso do deputado preso

Magda Moffato (PL-GO), relatora do caso Daniel Silveira, votou a favor da manutenção da prisão do deputado bolsonarista. Em sessão realizada hoje (19) na Câmara, a parlamentar disse que a decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes pela prisão do parlamentar é “correta, necessária e proporcional”.

Segundo a deputada, é preciso diferenciar crítica contundente do ataque às instituições. “O parlamentar vive a atacar a democracia e as instituições, e transformou o exercício do seu mandato em uma plataforma de propagação do discurso do ódio”, continuou.

“Meu voto é pela preservação da eficácia da decisão proferida pelo ministro Alexandre de Moraes nos altos do inquérito 4781/DF e confirmada pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal”, concluiu.

Em atualização, aguarde novas informações

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POLÍTICA

Covid-19: STF determina que governo detalhe ordem de prioridade de vacinação

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Profissional de saúde prepara dose de vacina contra Covid-19 em Santos, litoral de São Paulo
Susan Hortas/ Prefeitura de Santos

Profissional de saúde prepara dose de vacina contra Covid-19 em Santos, litoral de São Paulo

O Supremo Tribunal Federal ( STF )  decidiu por 11 votos a zero que o governo federal deve informar de maneira detalhada a ordem de preferência entre o grupo prioritário para a vacinação contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2).

O julgamento no Supremo foi realizado na última sexta-feira (26). Os ministros aceitaram o parecer do relator Ricardo Lewandowski , que no início de fevereiro já havia determinado que o governo detalhasse a ordem de prioridade na vacinação.

O Governo federal chegou a enviar um detalhamento da ordem da vacinação contra Covid-19 . Todavia, no dia 19 de fevereiro, Lewandowski concluiu que as informações repassadas pelo governo eram insuficientes:

“Deixou de esclarecer, pormenorizadamente, quais os subgrupos que terão preferência na vacinação, dentro dos grupos considerados prioritários, com a indicação dos critérios técnico-científicos para uma tal opção, apontando, em particular, as pessoas ou profissionais que serão imunizados antes dos outros”, escreveu o membro do Supremo na decisão.

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Na mais recente edição do Plano Nacional de Vacinação , 77,2 milhões de brasileiros aparecem como parte dos  grupos prioritários. Esse número inclui idosos, médicos da linha de frente e cuidadores de abrigos.

O relator Ricardo Lewandowski fez um apelo ao governo , que se paute de evidências técnicas nas suas ações, já que o país vive hoje o pior momento da pandemia:

“Portanto, estando em jogo a saúde de toda a população brasileira, em tempos de grande angústia e perplexidade, avulta mais do que nunca o dever que incumbe ao Estado de pautar as respectivas ações em conformidade com evidências técnicas , científicas e estratégicas ,

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