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Rejeição a Jair Bolsonaro entre os jovens atinge 47%, diz pesquisa

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Rejeição a Jair Bolsonaro entre os jovens atinge 47%, diz pesquisa
Isac Nóbrega/PR

Rejeição a Jair Bolsonaro entre os jovens atinge 47%, diz pesquisa

A pesquisa Exame/Ideia, divulgada nesta sexta-feira (26), apontou que o governo Jair Bolsonaro tem, entre os jovens de 18 a 24 anos, 47% de desaprovação. Além disso, em números gerais, o governo Bolsonaro tem 43% de rejeição (ruim/péssimo), mais de dez pontos percentuais acima do índice de aprovação (30%).

De acordo com a pesquisa, 25% dos brasileiros avaliam a gestão como regular e 2% não souberam responder.

Questionados sobre “a maneira como Jair Bolsonaro está lidando com seu trabalho como presidente”, 41% disseram que não aprovam; 31% concordam; 24% acham regular e 4% não souberam responder.

Metodologia 

Foram entrevistadas 1.200 pessoas para a produção desta pesquisa, que tem um nível de confiança de 95% e margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos.



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Queiroga deve ser o primeiro ouvido pela CPI da Covid, diz senador

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Senador Humberto Costa (PT-PE)
Agência Brasil

Senador Humberto Costa (PT-PE)

Humberto Costa (PT-PE), um dos senadores indicados para compor a CPI da Covid, disse em entrevista à CNN Brasil que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, deve ser o primeiro convidado a prestar esclarecimentos sobre as ações do governo federal durante a pandemia. 

Segundo o senador da oposição, a escolha pelo atual titular da Saúde se dá pelo motivo de que a CPI, em um primeiro momento, deve buscar respostas sobre as medidas de combate à Covid-19 que devem ser adotadas imediatamente.

“Acho que o primeiro convidado deve ser o próprio ministro da Saúde, para que ele possa nos dizer o que o governo pretende fazer daqui para frente para o controle da pandemia, como eles estão enfrentando e procurando resolver os problemas emergenciais, como a escassez de vacinas, como a crise de abastecimento de medicamentos para procedimentos complexos como as entubações. A CPI tem que exercer o papel de investigar, mas também exercer o papel para que o governo cumpra a sua missão, e nós vamos cobrar”, afirmou o senador, que foi ministro da Saúde por pouco mais de dois anos durante o primeiro mandato do governo Lula.

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O senador disse que a CPI deve começar o “mais urgente possível” e que a agilidade para o início dos trabalhos deveria ser um interesse também do governo federal, já que a investigação pode se alongar até próximo das eleições de 2022.

“Defendo que a CPI comece de imediato, temos que apresentar a proposta de um funcionamento misto, ouvir pessoas, fazer reuniões onde tenhamos um debate mais conceitual, ouvindo cientistas e professores, pode ser feito de forma remota. As audiências onde vamos escutar testemunhas e debater quebra de sigilos ou acesso a documentos sigilosos, essa podemos fazer de modo presencial ou semi presencial, um pouco mais para frente, dentro de 1 mês e meio, quando melhorar a situação da pandemia”, afirmou Costa. 

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