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POLÍTICA

PSL quer indicar Carla Zambelli para cargo que pertence à Joice na Câmara

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Deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP)
Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP)

O PSL articula nos bastidores para que a deputada Carla Zambelli (PSL-SP) passe a ocupar a Secretaria de Comunicação da Câmara , que atualmente está a cargo da deputada Joice Hassellmann (PSL-SP).

Apesar de serem do mesmo partido, Zambelli e Joice se tornaram rivais na política após a a responsável pela comunicação romper laços com o presidente Jair Bolsonaro e se tornar crítica ao governo. Carla, no entanto, é fiel ao presidente.

O novo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) é responsável pela nomeação, e segundo informacoes, conversa com lideres partidarios sobre o assunto. “Existe sim, uma grande chance”, declarou Zambelli ao UOL sobre a possibilidade de assumir a Secom.

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Nesta quarta (3), bolsonaristas usaram as redes sociais pedindo a saída de Joice do cargo.

Eduardo Bolsonaro , filho do presidente, foi um dos que usaram as redes para pedir a saída de Joice:

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POLÍTICA

Câmara dos Deputados vota esta semana a PEC Emergencial

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Câmara dos Deputados
Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados marcou para esta semana a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/2019, a PEC Emergencial . O presidente da Casa, Arthur Lira, anunciou que pautará a PEC para apreciação diretamente no plenário, sem passar por comissões.

A expectativa é aprovar a admissibilidade do texto na terça-feira (9) e, no dia seguinte, a votação em plenário em dois turnos. Na avaliação de Lira, é importante aprovar logo a PEC para possibilitar o pagamento de novas parcelas do auxílio emergencial à população ainda em março. O relator da proposta na Câmara é o deputado Daniel Freitas (PSL-SC).

O texto cria mecanismos de ajuste fiscal, caso as operações de crédito da União excedam as despesas. Entre as medidas, estão barreiras para que a União, os estados e os municípios criem despesas obrigatórias ou benefícios tributários. A PEC também possibilita o pagamento do auxílio emergencial com créditos extraordinários sem ferir o teto de gastos públicos .

No Senado, o texto sofreu mudanças importantes. O relatório do senador Márcio Bittar (MDB-AC) teve que ceder à resistência de vários colegas e foi retirado o trecho mais polêmico do seu parecer, o fim da vinculação obrigatória de parte do orçamento a investimentos com saúde e educação. Bittar também retirou a redução de salário e jornada de trabalho dos servidores públicos, como expediente de ajuste fiscal e equilíbrio das contas públicas.

Bittar adicionou uma “trava” a mais para evitar um gasto excessivo com o auxílio emergencial. O relator limitou a R$ 44 bilhões o valor disponível para pagamento do auxílio emergencial. O governo estima retornar com o auxílio emergencial em forma de quatro parcelas de R$ 250 ainda este mês.

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