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Economia

Produção de petróleo do pré-sal cresce 4,6% de setembro para outubro

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A produção de petróleo extraído da camada pré-sal cresceu 4,6% em outubro deste ano, na comparação com o mês anterior. Em relação a outubro de 2018, a alta chegou a 30,1%. No total, foram produzidos 2,39 milhões de barris de óleo equivalente (unidade de medida que inclui gás e petróleo), entre eles 1,9 milhão de barris de petróleo e 77,6 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.

Essa produção diária corresponde a 63,1% do total de petróleo e gás produzidos no país. Os dados foram divulgados hoje (2) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Considerando-se todos os campos de petróleo (pré-sal, pós-sal e terrestres), a produção nacional ficou em 3,79 milhões de barris de óleo equivalente, sendo 2,96 milhões de barris de petróleo e 132 milhões de metros cúbicos de gás natural.

A produção de petróleo registrou um aumento de 1,3% em relação ao mês anterior e de 13,4% em relação a outubro de 2018, enquanto a de gás natural registrou um aumento de 2,1% em relação ao mês anterior e de 12,4% na comparação com outubro de 2018.

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Os campos operados pela Petrobras produziram 92,9% do petróleo e gás do país. O campo de Lula, na Bacia de Santos, foi o campo que mais produziu petróleo, uma média de 1,02 milhão de barris por dia, e gás natural, uma média diária de 43 milhões de metros cúbicos.

A plataforma FPSO Cidade de Itaguaí, do campo de Lula, foi a instalação com maior produção de petróleo no mês (145,6 mil barris por dia). A instalação Polo Arara, que produz nos campos de Arara Azul, Araracanga, Carapanaúba, Cupiúba, Rio Urucu e Sudoeste Urucu, produziu 8,4 milhões de metros cúbicos por dia, sendo a instalação com maior produção de gás natural.

Edição: Lílian Beraldo

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Economia

Compras públicas online devem ser ampliadas até junho

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Presente desde outubro de 2018 em 31 órgãos da União no Distrito Federal, o sistema de compras pela internet de material de escritório e suprimentos de informática pelo governo deverá ser estendido a todo o país até junho. A expectativa é da Secretaria de Gestão do Ministério da Economia, que abrirá nesta segunda-feira (27) consulta pública para receber contribuições que auxiliem na elaboração da licitação do Almoxarifado Virtual Nacional. 

Por meio do Almoxarifado Virtual, os órgãos deixam de comprar individualmente materiais como lápis, papéis, pendrives, canetas e demais materiais de expediente e passam a ser supridos sob demanda, com pedidos executados instantaneamente. O Ministério da Economia faz uma licitação centralizada, cabendo aos gestores de cada órgão registrar os pedidos numa plataforma eletrônica. Os materiais são entregues pela empresa contratada, responsável pelo transporte dos produtos. 

Segundo o Ministério da Economia, o Almoxarifado Virtual reduz a necessidade de estoques e resulta em economia para o governo, que usa menos espaço para armazenamento e reduz eventuais perdas provocadas pela conservação inadequada. Antes de os órgãos federais no DF adotarem o modelo, cada instituição fazia o planejamento, a licitação, a compra, o armazenamento, a separação, a distribuição e o descarte de materiais. O processo resultava em redundância de trabalho, de espaço físico e de servidores exercendo a mesma função. 

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Contribuições 

Com o objetivo de ouvir o mercado e a sociedade para a ampliação da plataforma eletrônica aos órgãos federais em todo o país, a consulta pública para vai até 7 de fevereiro. Segundo o Ministério da Economia, a ata de registro de preços do Almoxarifado Virtual Nacional deverá estar assinada em junho deste ano, logo após a primeira licitação. As sugestões podem ser enviadas por e-mail para o endereço eletrônico: almoxarifadonacional@planejamento.gov.br.

Edição: Aline Leal

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