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POLÍTICA

Primeiro ato de Lula após ser solto será em frente à PF de Curitiba

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Instituto Lula / Ricardo Stuckert

Após definição do STF, expectativa agora é pela libertação do ex-presidente

O primeiro ato que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja fazer ao ser libertado será em Curitiba, em frente à Polícia Federal. O petista quer cumprimentar e prestar uma homenagem aos simpatizantes que ficaram em vigília no local durante um ano e sete meses. A expectativa é que também ocorra um comício em São Paulo ou São Bernardo do Campo, em seguida.

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A defesa de Lula informou que pedirá nesta sexta-feira à Vara de Execução Penal de Curitiba a “soltura imediata” do líder petista. Antes, o advogado Cristiano Zanin Martins visitará o ex-presidente na sede da Polícia Federal de Curitiba.

Além do pedido de soltura , a defesa informou que também vai reiteirar o pedido para que o Supremo julgue os habeas corpus que pedem a nulidade de todo o processo do caso do tríplex do Guarujá e a suspeição do ex-juis Sergio Moro, hoje ministro da Justiça do governo do presidente Jair Bolsonaro .

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Lula não praticou qualquer ato ilícito e é vítima de “lawfare”, que, no caso do ex-presidente, consiste no uso estratégico do Direito para fins de perseguição política”, informou em nota a defesa.

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POLÍTICA

“Só a cassação freará esse estúpido”, diz Haddad sobre Eduardo Bolsonaro

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Rovena Rosa/Agência Brasil

Fernando Haddad diz que fala de Eduardo Bolsonaro gerou indignação.

A defesa da invasão da embaixada venezuelana no Brasil pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) incomodou o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad . Em sua conta oficial do Twitter, Haddad disse que “só a cassação do mandato freará esse estúpido”, se referindo ao filho do presidente. 


O deputado Eduardo Bolsonaro foi às redes sociais na manhã desta quarta-feira (13) comentar o apoio à invasão da Embaixada da Venezuela em Brasília. Cerca de 20 apoiadores e Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente e foi reconhecido por Bolsonaro como legítimo.

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“Nunca entendia essa situação. Se o Brasil reconhece Guaidó como presidente da Venezuela por que a embaixadora Maria Teresa Belandria, indicada por ele, não estava fisicamente na embaixada? Ao que parece agora está sendo feito o certo, o justo”, comentou Eduardo .

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No tuíte, Fernando Haddad relembrou que o comentário do deputado surgiu após sucessivas declarações polêmicas, como a instauração do Ato Institucional de número 5, considerado como um dos mais rígidos da ditadura militar brasileira em relação à censura e tortura em território nacional.

“Depois de sugerir novo AI-5, Eduardo Bolsonaro gera indignação e pânico na diplomacia brasileira, ao defender invasão da embaixada venezuelana no Brasil”, retrucou Haddad .






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