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“Preso político” e “boi de piranha”: Silveira se diz abandonado em “Guantánamo”

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Bolsonarista diz se sentir abandonado pela base do governo; entenda
Duda Sampaio

Bolsonarista diz se sentir abandonado pela base do governo; entenda

deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), que teve a manutenção da prisão confirmada em votação na Câmara dos Deputados na semana passada, tem se sentido abandonado pela base do governo Bolsonaro e já começa a chamar sua cela em um batalhão prisional no Rio de Janeiro de “Guantánamo”, nome da famosa prisão militar gerida pelos EUA em Cuba e que ficou conhecida pelos diversos episódios de tortura de presos.

Segundo interlocutores ouvidos pelo jornal O Globo, além do abandono, Daniel Silveira  se vê como “preso político” e lamenta ter sido usado como “boi de piranha” para “apaziguar a relação” entre o Congresso e o STF, já que foi o ministro Alexandre de Moraes, um dos integrantes do Supremo, a ordenar a prisão em flagrante.

Silveira estaria incomodado com a incoerência do plenário da Câmara em aprovar “às pressas” a PEC da Imunidade , com mudanças na Constituição que aumentam a proteção de parlamentares e diminuem as chances de prisão e processos, dias após ter votado por sua permanência em cárcere. Segundo ele, deputados estariam “atuando para se proteger, mas não para protegê-lo”.

Ainda de acordo com a publicação, o deputado bolsonarista  demonstra poucas esperanças em conseguir um habeas corpus para deixar a cadeia, uma vez que não há nenhum aspecto jurídico que a defesa possa utilizar agora que STF e Câmara já se posicionaram contrários ao um possível pedido de soltura.

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Pacheco determina criação da CPI da Covid-19

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Rodrigo Pacheco (DEM-MG), presidente do Senado
Pedro França/Agência Senado

Rodrigo Pacheco (DEM-MG), presidente do Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), seguiu a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, e determinou a abertura da CPI que investigará a atuação do governo federal no combate à pandemia da Covid-19. 

Além da investigação sobre omissão do governo federal na crise sanitária, será investigado também o uso de recursos da União repassados a estados e municípios, acatando pedido do senador Eduardo Girão (Podemos-CE).

A partir de hoje, líderes de partidos terão 10 dias para indicarem integrantes que irão compor a Comissão Parlamentar de Inquérito.

Segundo Pacheco, as propostas de CPI tratam de “assuntos conexos” e que há precedente para a unificação de objetos determinados de dois pedidos distintos. 

Em atualização, aguarde novas informações

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