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POLÍTICA

Presidente do DEM, ACM Neto é cotado como vice de Bolsonaro em 2022, diz jornal

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A vaga já tem dono, ACM Neto
O Antagonista

A vaga já tem dono, ACM Neto

Políticos do Democratas ( DEM ) ventilam a possibilidade do presidente da silga, o ex-prefeito de Salvador ACM Neto, ser o candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro em 2022 . As informações são da colunista da Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo .

O presidente do DEM foi uma das peças chaves para a vitória de Arthur Lira (PP-AL) na disputa pela presidência da Câmara dos Deputados. Um dia antes da votação ele decidiu liberar os deputados do partido para que votassem em qualquer candidato, mesmo com a sigla formando um bloco com o candidato Baleia Rossi (MDB-SP), atá aquele momento.

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ACM Neto se preparava para disputar o governo do Estado da Bahia em 2022, os deputados do DEM veem dificuldades no processo de escolha do ex-prefeito como candidato a vice, mas começam a cogitar a possibilidade.

Apesar dos rumores, ACM Neto disse publicamente que se trata de “especulação”. “Eu não serei candidato a vice na chapa de ninguém. E aproveito para reafirmar a posição de absoluta independência do DEM em relação à base do governo”, disse em entrevista à Folha .

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POLÍTICA

Governador da Paraíba desmente Bolsonaro e o acusa de “distorcer valores”

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João Azevêdo (Cidadania), governador da Paraíba
Reprodução: iG Minas Gerais

João Azevêdo (Cidadania), governador da Paraíba

O governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania) rebateu o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nesta segunda-feira (1) e negou que tenha recebido R$ 21 bilhões do Governo Federal para enfrentar a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Segundo Azevêdo, os repasses do governo à Paraíba se referem a “obrigações constitucionais”, que “não podem ser usados no enfrentamento à Covid-19”.

Confira o tuíte:

No último domingo (28), Jair Bolsonaro publicou em suas redes sociais um texto onde expõe repasses do governo federal aos estados no ano de 2020.

19 governadores do país assinaram uma nota de repúdio , acusando o presidente de “priorizar a criação de confrontos” ao invés de focar no combate a pandemia, que vive o seu pior momento no Brasil .

Leia mais:  "Não há perspectiva de lockdown imediato", diz Doria sobre isolamento mais duro

“Em meio a uma pandemia de proporção talvez inédita na história, agravada por uma contundente crise econômica e social, o Governo Federal parece priorizar a criação de confrontos, a construção de imagens maniqueístas e o enfraquecimento da cooperação federativa essencial aos interesses da população”, afirmam os governadores em nota.

Além de João Azevedo, nomes como João Doria , governador de São Paulo, Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, Flávio Dino , do Maranhão, e Ronaldo Caiado, de Goiás, assinaram o documento.

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