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POLÍTICA

Por maioria dos votos, STF decide liberar mensages da Lava Jato a Lula

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Defesa de Lula terá acesso a todas as mensagens vazadas da Operação Lava Jato que condenou o ex-presidente
O Dia

Defesa de Lula terá acesso a todas as mensagens vazadas da Operação Lava Jato que condenou o ex-presidente

A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu, por maioria dos votos, liberar que o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) tenha acesso a íntegra das mensagens vazadas da Lava Jato.

O resultado é uma vitória à defesa de Lula, que pretende analisar as conversas para colocar em suspeição a atuação do ex-juiz Sergio Moro enquanto esteve à frente da 13ª Vara de Curitiba, onde corriam os principais casos da Lava Jato. 

Votaram a favor da liberação das mensagens os ministros Lewandowski, Kassio Nunes e Cármen Lúcia. Gilmar Mendes ainda não votou, enquanto Edson Fachin deu apenas um provimento parcial pedindo que se espere o jugamento em plenário sobre o uso das mensagens— este ainda não tem data para acontecer.

* Em atualização, aguarde novas informações

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Comissão de Educação da Câmara pode ficar com deputados bolsonaristas

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Deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR)
Gustavo Sales/Câmara dos Deputados

Deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR)

Com o adiamento das definições dos presidentes das comissões da Câmara para a semana que vem , deputados bolsonaristas começaram a negociar para que eles sejam os escolhidos para o comando da comissão de Educação da Casa. A informação é do jornal Folha de S.Paulo

Os nomes mais fortes para assumir o órgão colegiado são os dos deputados Carlos Jordy (RJ) e Aline Sleutjes (PR). Os dois são da ala bolsonarista do PSL e têm forte apelo nos posicionamentos ideológicas de apreço do governo Jair Bolsonaro (sem partido), sendo alguns dos principais aliados do presidente na Câmara .

Sleutjes ainda é investigada no inquérito que apura financiamento a atos antidemocráticos, que é conduzido sob relatoria do ministro Alexandre de Moares, do Supremo Tribunal Federal (STF). A definição é prevista para os próximos dias.

Desde o início das negociações, o grupo bolsonarista da legenda manteve como alvo principal a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), considerada a mais importante da Câmara. Já é quase certo que a CCJ fica com a deputada bolsonarista Bia Kicis  (PSL-DF), também investigada no inquérito que apura atos antidemocráticos e ​​no das fake news.

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No caso da Comissão de Educação, no entanto, ela também é considerada estratégica para o grupo. Assim como Bolsonaro, seus apoiadores veem o tema como o campo de batalha para pautas ideológicas no governo, que guarda pouca conexão com os problemas reais do Brasil.

O objetivo da conquista do comando da comissão seria a suposta proeminência da esquerda no setor e o fortalecimento de pautas de fundo religioso.

Nas últimas semanas, a comissão de Educação chegou a ser prometida para o DEM durante negociações tocadas pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). A legenda ainda mantém articulação para ficar com o colegiado.

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