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POLÍTICA

Planalto diz que conceito de essencial é “fluido” pra justificar reaberturas

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Presidente Jair Bolsonaro de máscara na solenidade de posse de Carlos Alberto Vilhena no cargo de Procurador Federal dos Direitos do Cidadão para o biênio 2020-2022
Marcos Corrêa/PR

Desde o início da pandemia, Bolsonaro diz que a preocupação também deve ser com a economia

O parecer que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) usou para determinar a reabertura de salões de beleza, academias e barbearias durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2) diz que o conceito de atividades essenciais é “fluido” e que, de acordo com o decreto, a retomada se deu para atender “necessidades inadiáveis” da população. As informações são da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo .

“Neste sentido, pode ser considerado o aspecto da promoção da saúde física e mental da população, tanto do ponto de vista das academias […] como também dos salões e das barbearias”, diz um trecho do parecer.

O documento é Secretário-Geral da Presidência, que presta assessoria jurídica ao presidente, e ainda diz que as necessidades durante a pandemia se apresentam no dia a dia e a lei que criou a classificação de atividades indispensáveis não fixa “limites estanques ao que possa ser definido como essencial”.

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O parecer é datada de 11 de maio, mesmo dia em que o  decreto de Bolsonaro foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União. À epoca do decreto, o presidente disse que “academia é vida” e que fazer as unhas é “questão de higiene”.

O decisão do presidente pegou de surpresa o então ministro Nelson Teich, que foi informado durante entrevista à imprensa pelos próprios jornalistas. Questionado sobre se ele sabia do decreto, ele disse que  nada havia sido discutido com ele nem com os secretários da pasta.

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POLÍTICA

Haddad diz que está em um grupo no WhatsApp com Evo Morales

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Fernando Haddad%2C ex-presidente de São Paulo
Reprodução/TV Cultura

Fernando Haddad, ex-presidente de São Paulo

O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), disse em entrevista ao programa Roda Viva , da TV Cultura, nesta segunda-feira (6) que está em grupos de WhatsApp nos quais ele troca mensagens com o ex-presidente boliviano Evo Morales.

O comentário foi feito pelo petista enquanto ele falava sobre a fundação do PT, que, segundo ele, surgiu para se contrapor a uma visão de esquerda que era muito prevalente na década de 1970.

Durante sua fala, Haddad disse que é crítico a governos de esquerda que mudam as “regras do jogo” para se perpetuarem no poder. Um dos exemplos foi o de Morales. “Se o PT fosse dessa forma, eu já estaria fora. Eu não ficaria em uma agremiação que pensa dessa forma”, completou.

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