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POLÍTICA

PGR abre apuração sobre atuação do governo federal na crise de saúde do Pará

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PGR abriu investigação sobre suposta responsabilização do governo federal na crise de saúde do Pará
Reprodução: iG Minas Gerais

PGR abriu investigação sobre suposta responsabilização do governo federal na crise de saúde do Pará

Procuradoria-Geral da República (PGR) abriu uma investigação preliminar sobre a atuação do governo Jair Bolsonaro (sem partido) no enfrentamento da  crise de saúde no estado do Pará durante a pandemia da Covid-19.

A apuração foi aberta após o PCdoB acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito do colapso sanitário no estado. O partido pede que Bolsonaro e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, sejam responsabilizados pelo agravamento da pandemia nos municípios do Pará.

Segundo o PCdoB, Bolsonaro e o Ministério da Saúde cometeram crime de prevaricação devido à postura “descompromissada em relação às políticas de combate ao novo coronavírus no âmbito do Sistema Único de Saúde”.

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“Caso, eventualmente, surjam indícios razoáveis de possíveis práticas delitivas por parte dos noticiados, será requerida a instauração de inquérito nesse Supremo Tribunal Federal”, diz o Procurador Geral da República Augusto Aras, no despacho.

Leia mais:  Hasselmann vai ser denunciada à PGR por possível criação de CPFs

Segunda investigação

O ministro Eduardo Pazuello já está sendo investigado, desde o último dia 29, no Supremo por suposta omissão no colapso de saúde do estado do Amazonas . Os elementos mostram que Pazuello foi avisado do iminente desabastecimento de oxigênio que, após consolidado, levou dezenas de pessoas a morte.

Pazuello já é investigado no STF por suposta omissão no combate ao coronavírus no Amazonas, uma vez que elementos apontaram que o ministro foi alertado do colapso no sistema com a falta de oxigênio que levou pessoas a morte. 

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POLÍTICA

Podcast Último Segundo: A representatividade feminina na política brasileira

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Professora de ciências políticas, Tamara Crantschaninov, a vereadora Benny Briolly, a covereadora Carol Iara e a vereadora Camila Valadão
Reprodução/ Podcast Último Segundo

Professora de ciências políticas, Tamara Crantschaninov, a vereadora Benny Briolly, a covereadora Carol Iara e a vereadora Camila Valadão

Nas últimas eleições municipais de 2020, o Brasil elegeu, com números expressivos, candidatas que, de certa forma, passaram por cima da conhecida velha política. Neste 8 de março,  dia Internacional da Mulher , é preciso relembrar o quão significativo foram os resultados das últimas eleições municipais no país. Foram escolhidos políticos que pudessem dar seguimento para a construção e execução de políticas públicas voltadas para assuntos que antes, eram tratados como minoritários. 

Pela primeira vez na história, as candidatas eleitas passaram por cima de uma política conservadora , composta majoritariamente por homens, com o intuito de introduzir pautas que em sua maioria, não são representadas pelos políticos eleitos . Mulheres, pretas, trans, LGBTI+: elas foram a escolha da população para que um novo caminho fosse construído em cima de pautas que representassem a diversidade.

Segundo um estudo coordenado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e pela ONU Mulheres, com o apoio da organização IDEA Internacional, o Brasil é um dos últimos países na América Latina em relação aos direitos e representação feminina . O iG conversou com vereadoras eleitas e uma professora de ciências políticas para debater um pouco sobre o cenário político brasileiro atual.

Confira nossa podcast a seguir:

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