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Pesquisadores da UFMG pedem R$ 1,5 milhão em doações para desenvolver teste rápido da Covid-19

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Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) começaram a desenvolver um teste rápido para diagnosticar a Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus. Pode ser o primeiro a ser criado no país.

“Nossa intenção é produzir um teste com menor custo possível para viabilizar ampla distribuição pelo Ministério da Saúde. O custo deverá ser de no máximo R$ 5 por paciente”, disse o professor Rodolfo Giunchetti, que está à frente do projeto.

Atualmente, se for feito em uma clínica particular em Belo Horizonte, o teste para detectar a Covid-19 custa em torno de R$ 300.

O início da pesquisa só foi possível porque há reagentes no laboratório. Mas eles não são suficientes para a conclusão dos testes. De acordo com o professor, cerca de R$ 1,5 milhão são necessários para que em, pelo menos, 60 dias eles estejam disponíveis.

Na tentativa de levantar o dinheiro, os pesquisadores estão arrecadando doações pela internet.

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“Minha expectativa é que após recebermos algum recurso para ter alguém 100% dedicado, teremos os primeiros resultados em 30 dias. Em tempo de ajudar na pandemia, no pior momento que ainda está por vir”, disse Giunchetti.

Várias outras universidades pelo Brasil também tentam desenvolver um teste rápido para que o governo federal deixe de depender de outros países. Para o professor Giunchetti, uma tecnologia nacional nos deixaria em uma situação mais confortável em relação a dependência externa.

A expectativa é que um milhão de testes por meses seriam possíveis, caso a pesquisa receba investimentos.

De acordo com o professor, submetendo grande parte da população a essa análise rápida, seria possível permitir o retorno de outras atividades sem comprometer a saúde pública.

Para ajudar, clique aqui.

Por: G1

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Capacitação para agentes de endemias em Carneirinho

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Na manhã de hoje (22), os Agentes de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde de Carneirinho participaram de uma capacitação de como usar como usar veneno pra matar as larvas em reservatórios e recipientes.

De acordo com o Diretor de Vigilância Sanitária e Epidemiologia, Fábio Souza Ribeiro (Fabio Caixeta), antes o produto utilizado era em pó e agora é em comprimido.

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