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POLÍTICA

Para Dilma, centrão levou Bolsonaro ao poder com “tática suicida”

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mulher sorrindo
Divulgação/PT

Dilma Rousseff

Em entrevista ao jornal El País nesta quarta-feira (10), Dilma não se mostrou confiante com algumas das articulações de frentes de oposição contra o governo Bolsonaro. “No Brasil houve um processo de deterioração das instituições, que começa em 2016, ao romper o processo democrático você abre a caixa de Pandora e todos os monstros saem”, afirmou.

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Questionada sobre se o Partido dos Trabalhadores participaria de alguma frente ampla contra o presidente Jair Bolsonaro ao lado do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, que se demitiu do cargo no mês de abril , Dilma foi categórica: “O senhor Sergio Moro jamais poderá entrar em uma frente. Ele é diretamente responsável. É uma figura central na chegada do Bolsonaro.”

Dilma aproveitou a oportunidade para afirmar que não vê uma forma de Bolsonaro sofrer impeachment sem apoio popular e criticar alguns dos partidos do Centro e da centro-direita no momento atual. “Por que não tem uma liderança de centro, de centro direita? Porque elas foram simplesmente engolidas no processo que leva Bolsonaro ao poder. Elas assumem uma estratégia, uma tática suicida”, disse. Ela reconheceu, ainda, que o Partido dos Trabalhadores fez alianças com o centro, mesmo que aquilo não seguisse as vontades dela.

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POLÍTICA

Lewandowski defende que governo apresente plano de vacinação contra Covid-19

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Ministro Ricardo Lewandowski
Nelson Jr./SCO/STF

Ministro Ricardo Lewandowski

O ministro Ricardo Lewandowski , do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para 4 de dezembro o julgamento sobre a  vacina contra a Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), e defendeu que o governo federal seja obrigado a apresentar um plano de vacinação para combater a pandemia.

O magistrado, que é relator das ações de partidos de oposição que tratam do tema, também incluiu nesta terça-feira (23) os processos na pauta da sessão virtual a ser realizada entre os dias 4 e 11 do próximo mês.

Lewandowski divulgou antecipadamente seu voto, em que sustenta ser imprescindível o Executivo enviar ao STF em 30 dias um plano “detalhado acerca das estratégias que está colocando em prática ou pretende desenvolver para o enfrentamento da pandemia”.

O ministro defende que seja exigida do Palácio do Planalto a apresentação de um programa com ações, parcerias e cronograma financeiro que garantam “a oferta e distribuição tempestiva, universal e gratuita de vacinas”.

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Para o magistrado, o planejamento é necessário para garantir “a imunização de toda a população brasileira, segundo critérios técnicos e científicos pertinentes, assegurada a maior cobertura vacinal possível, no limite de suas capacidades operacionais e orçamentárias”.

Lewandowski também irá votar para que o Executivo tenha de atualizar o plano a cada 30 dias até o final de 2021 e que envie a atualização mensalmente a Congresso “para fins de fiscalização e controle”.

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