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Pacientes não Covid são transferidos do Mário Palmério Hospital Universitário para outros hospitais de Uberaba

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Primeiro a receber pacientes é o Hospital de Clínicas da UFTM. Ação, iniciada nesta sexta-feira (5), faz parte do Plano de Contingência de Enfrentamento ao coronavírus.

Pacientes não Covid-19 do Mário Palmério Hospital Universitário (MPHU) começaram a ser transferidos para outros hospitais de Uberaba nesta sexta-feira (5). O primeiro a receber os pacientes, que passaram por testagem na quinta-feira (4), é o Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC-UFTM). A ação faz parte do Plano de Contingência de Enfrentamento à Covid-19, que está na fase 5.

Segundo o titular da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Sétimo Bóscolo, o MPHU é o hospital de retaguarda 1 do Plano de Contingência. Na última semana, a alteração do plano foi tratada em reunião com representantes das unidades hospitalares do município.

“Desde a semana passada, estamos trabalhando para ativar o plano, que precisa de uma preparação prévia junto às unidades hospitalares. Nos reunimos com os hospitais, informamos as necessidades e o processo está em andamento”, afirmou.

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Segundo Cristina Strama, que faz apoio do gabinete para as questões de regulação, o trabalho de transferência está sob a responsabilidade do Serviço de Atendimento Móvel Urgência (Samu).

Ela afirmou que houve acréscimo de leitos de enfermaria no Hospital Regional José Alencar (HRJA), que passou de 77 para 103, além de outros três leitos que foram abertos na rede particular.

Cristina também informou que o MPHU abrirá outros 28 leitos de enfermaria para Covid quando as transferências estiverem concluídas. Ela ressaltou, ainda, que a SMS está alinhando o trabalho junto a outras unidades hospitalares, como o Hospital Dr. Hélio Angotti (HHA), para pacientes não Covid.

O secretário de Saúde lembrou que são várias ações em andamento pelo governo municipal para dar mais segurança à comunidade em relação à pandemia. Ele enfatizou também o apoio e cooperação do MPHU e HC-UFTM neste momento difícil que a cidade enfrenta.

“Mas é claro que isso não vai bastar se os cidadãos não entenderem que é preciso usar máscara, álcool em gel, manter distanciamento e não aglomerar em hipótese nenhuma. Nada do que fizermos vai melhorar esse cenário, se a população não fizer a sua parte”, finalizou.

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Por: G1 Triângulo e Alto Paranaíba

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Vacina da Fiocruz Minas e UFMG avança em testes de laboratório

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Um estudo para o desenvolvimento de uma vacina contra a covid-19 pelo Instituto René Rachou (Fiocruz Minas) e pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) concluiu, com “resultados bastante animadores”, a etapa de prova de conceito, informou ontem (12) a Agência Fiocruz. Tal etapa faz parte dos estudos pré-clínicos, em laboratório, e indica se a vacina tem potencial para produzir resposta imune e proteção contra a doença.

Cientistas do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Vacinas (INCTV) da Fiocruz Minas e do Centro de Tecnologia em Vacinas da UFMG trabalham no desenvolvimento deste imunizante, desde março de 2020. Segundo os pesquisadores, a vacina não apenas protegeu os camundongos usados na prova de conceito, como também evitou qualquer manifestação clínica da doença.

A pesquisa agora seguirá nos estudos pré-clínicos, com testes em macacos, considerados fundamentais para que se possa avançar em direção aos testes clínicos, em humanos. Nos primatas não-humanos, os pesquisadores vão investigar se a resposta imune causada pela vacina tem capacidade de produzir anticorpos contra o novo coronavírus.

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O início dos testes em humanos pode ocorrer ainda neste ano, segundo os pesquisadores responsáveis pelo estudo. Porém, essa etapa requer a produção de um lote piloto da vacina dentro de rigorosos critérios de boas práticas e controle de qualidade, o que exigirá maior volume de recursos financeiros.

O pesquisador Ricardo Gazzinelli, coordenador do INCTV, explica que a plataforma tecnológica usada na vacina consiste na combinação de duas proteínas, entre elas a proteína S, utilizada pelo novo coronavírus para invadir as células do hospedeiro. Essas proteínas são combinadas em uma proteína “quimera”, que obteve os resultados positivos na prova de conceito.

Por: Agência Brasil

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