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Operação ‘Terceira Parcela’: Polícia Federal cumpre mandados em cidades do Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de MG

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Polícia Federal — Foto: Polícia Federal/Divulgação

Ação de combate a fraudes no pagamento do auxílio emergencial é realizada nesta quinta-feira (18) em 39 cidades mineiras e mais três estados. Na região, operação é feita em Araguari, Ituiutaba, Paracatu, Patos de Minas, Presidente Olegário e Uberlândia.

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (18), a Operação “Terceira Parcela” para combater fraudes no pagamento do auxílio emergencial em Minas Gerais, Bahia, Paraíba e Tocantins. Na região do Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de MG, são cumpridos 12 mandados de busca e apreensão: Araguari (2), Ituiutaba (4), Paracatu (2), Patos de Minas (1), Presidente Olegário (1), Uberlândia (1) e Unaí (1).

Segundo a apuração da polícia, a suspeita é que criminosos usavam recursos do auxílio emergencial, de pessoas que não tinham solicitado a ajuda, e usavam os valores para o pagamento de boletos. A ação busca provas da atuação de fraudadores.

Ao todo, foram expedidos 66 mandados de busca e apreensão em 39 cidades de Minas e outros sete mandados na Bahia, Tocantins e Paraíba. A ação conta com a participação de mais de 200 policiais e é uma continuidade de outras duas operações deflagradas pela Polícia Federal em 2020.

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A chamada “Estratégia Integrada contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial” conta com a PF, o Ministério da Cidadania, a Caixa Econômica Federal, o Ministério Público Federal (MPF), a Receita Federal, a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU).

Nesta quinta-feira, em Minas Gerais, os mandados são cumpridos nas cidades de Araguari, Belo Horizonte, Betim, Caetanópolis, Campanha, Campestre, Contagem, Cristiano Otoni, Divinópolis, Dores de Campos, Governador Valadares, Itamarandiba, Ituiutaba, Jaíba, Juiz de Fora, Lagoa Santa, Luz, Machado, Mateus Leme, Montes Claros, Mutum, Nova Lima, Paracatu, Paraopeba, Passos, Patos de Minas, Poços de Caldas, Pouso Alegre, Presidente Olegário, Ribeirão das Neves, Sabará, Salinas, Santa Maria de Itabira, Santo Antônio do Monte, São João Nepomuceno, Sete Lagoas, Uberlândia, Unaí, e Volta Grande.

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Em Uberaba, Polícia Civil e Gaeco apreendem materiais em casa de suspeito de integrar quadrilha especializada em furto de petróleo

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Operação ‘Porto Negro’ em Uberaba — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Mandado de busca e apreensão faz parte da Operação ‘Porto Negro’; além de MG, ação foi realizada nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. Prejuízo com as perfurações realizadas pela organização criminosa é de aproximadamente R$ 2 milhões.

Um mandado de busca e apreensão foi cumprido em Uberaba, na manhã desta terça-feira (2), durante a Operação “Porto Negro”, que visa desarticular uma organização criminosa especializada em furto de petróleo diretamente de dutos da Transpetro/Petrobras. Celulares, documentos e cheques foram apreendidos na casa do suspeito de integrar a quadrilha.

Na cidade mineira, o mandado foi cumprido no Bairro Residencial Rio de Janeiro pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). As investigações apontam que o suspeito, de idade não divulgada, fazia financiamento dos furtos em dutos na região do Triângulo Mineiro.

A operação foi deflagrada pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ), e Gaeco Rio de Janeiro. Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de prisão e 14 mandados de busca e apreensão. Além do RJ e MG, a ação também foi realizada nos estados de São Paulo e Paraná.

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No RJ, foram presos quatro suspeitos de integrar a quadrilha. Um dos alvos da ação é um capitão da Polícia Militar (PM), que não foi localizado e já é considerado foragido. Segundo as investigações, Marcelo Queiroz dos Anjos, lotado na Diretoria Geral de Pessoal da PM, é um dos líderes do esquema.

O prejuízo com as perfurações realizadas pela organização criminosa é de aproximadamente R$ 2 milhões.

Túnel perfurado por quadrilha para roubar petróleo de duto da Petrobras — Foto: Reprodução/TV Globo

Abertura de ruas e túneis

As investigações começaram há seis meses, após uma perfuração de dutos da Transpetro no município de Guapimirim (RJ), em junho de 2020.

Os agentes também identificaram perfurações para furto de petróleo em Nova Iguaçu e em Queimados, também na Baixada Fluminense.

Nestes municípios, foram furtados, respectivamente, 47 mil litros e 21 mil litros de petróleo, totalizando 169, 5 mil litros do combustível em três roubos diferentes.

“Chamou a atenção a sofisticação dessa organização criminosa, que passou a furtar milhares de litros da Petrobras, causando um prejuízo de R$ 2 milhões. Conseguimos concretizar pelo menos três furos, feitos com perfeição”, afirmou o delegado André Leiras, titular da Delegacia de Serviços Delegados (DDSD), no Bom Dia Rio.

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Em Queimados, os criminosos chegaram a construir um túnel subterrâneo para acessar o duto e também alugaram uma retroescavadeira para abertura de uma via de acesso para caminhões tanque para retirar o petróleo.

De acordo com as investigações, o petróleo subtraído no Rio de Janeiro era transportado para a cidade de Rolândia (PR), para adulteração e revenda.

“Essa investigação será desdobrada para alcançar outros membros dessa organização criminosa”, disse o delegado.

Em 2019, a Delegacia de Serviços Delegados (DDSD) e o Ministério Público prenderam um homem que era o coordenador de um esquema de roubo de combustíveis no interior do Rio.

Por: G1 Triângulo e Alto Paranaíba

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