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POLÍTICA

Novas delações do Petrolão citam mesadas de R$ 100 mil para a campanha de Dilma

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Dilma com Jaques Wagner jogando futebol arrow-options
Governo da Bahia

Campanhas de Dilma Rousseff e Jaques Wagner teriam sido beneficiadas com dinheiro de propina


Novas delações obtidas na Operação Lava Jato sobre o esquema do Petrolão indicam que o ex-tesoureito do PT, João Vaccari Neto,  recebeu mensalmente R$ 100 mil em propina para administrar as verbas repassadfas à campanha de Dilma Rousseff em 2010. O pagamento seria parte do acordo para que a Mendes Pinto Engenharia tivesse a licitação para a construção da Torre Pituba, sede da Petrobras em Salvador. De acordo com falas do empresário Mario Suarez, obtidas pelo site O Antagonista , ficou acordado que a empresa beneficiaria não só a campanha do PT à presidência da República, mas também daria dinheiro ao partido na Bahia.

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De acordo com o empresário, para que a Mendes Pinto Engenharia pudesse ser responsável pela construção da Torre Pituba, o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, receberia uma mesada de R$ 100 mil para administrar a propina que seria usada na campanha de Dilm a Rousseff à presidência em 2010.

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“À época, ficou definido que Vaccari receberia R$100.000,00 por mês, mas, para atender demandas da eleição presidencial de 2010, Vaccari pressionou e a maior parte dos pagamentos foi efetivada entre janeiro e setembro daquele ano”, diz um dos anexos da delação obtida pelo O Antagonista .

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Além de dinheiro para a campanha de Dilma Rousseff, a Mendes Pinto Engenharia, segundo Mario Suarez, também teria dado propina ao PT da Bahia, na época comandado pelo então governador Jaques Wagner. As investigações sobre o Petrolão seguem na Bahia, mas a Lava Jato ainda não deu indícios se ouvirá mais delatores.




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Moraes tem informação para operações mais explosivas, mas prefere esperar

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Alexandre de Moraes inquérito das fake news
Marcos Oliveira/Agência Senado

Alexandre de Moraes é o relator do inquérito das fake news

Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF),  Alexandre de Moraes gerou polêmica, nesta quarta-feira (27), ao decretar operações policiais do inquérito das fake news . Contudo, Moraes possuía informações para realizar operações de potencial político ainda mais explosivo, segundo informou nesta sexta (29) a coluna de Mônica Bergamo da Folha de S. Paulo .

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Alexandre de Moraes , no entanto, resolveu esperar os resultados da operação de quarta e acumular mais materiais antes de realizar a próxima operação, segundo articuladores do ministro informaram à coluna.

Nesta quarta, Moraes solicitou que a Polícia Federal (PF) realizasse 29 operações de busca e apreensão nas casas de alvos do inquérito das fake news. Entre os alvos estavam empresários e ativistas aliados do presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

O presidente teme que seu filho , o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), seja um dos próximos alvos do inquérito. Em abril, Carlos foi apontado pela PF como articulador de um esquema criminoso  de fake news .

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Na operação de quarta, Alexandre de Moraes determinou que fossem apreendidos computadores e celulares dos alvos para investigar um suposto grupo criminoso de disparo de fake news e ataque contra o STF. As informações encontradas nos dispositivos podem embassar os próximos passos do inquérito.

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