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POLÍTICA

Novas delações do Petrolão citam mesadas de R$ 100 mil para a campanha de Dilma

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Governo da Bahia

Campanhas de Dilma Rousseff e Jaques Wagner teriam sido beneficiadas com dinheiro de propina


Novas delações obtidas na Operação Lava Jato sobre o esquema do Petrolão indicam que o ex-tesoureito do PT, João Vaccari Neto,  recebeu mensalmente R$ 100 mil em propina para administrar as verbas repassadfas à campanha de Dilma Rousseff em 2010. O pagamento seria parte do acordo para que a Mendes Pinto Engenharia tivesse a licitação para a construção da Torre Pituba, sede da Petrobras em Salvador. De acordo com falas do empresário Mario Suarez, obtidas pelo site O Antagonista , ficou acordado que a empresa beneficiaria não só a campanha do PT à presidência da República, mas também daria dinheiro ao partido na Bahia.

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De acordo com o empresário, para que a Mendes Pinto Engenharia pudesse ser responsável pela construção da Torre Pituba, o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, receberia uma mesada de R$ 100 mil para administrar a propina que seria usada na campanha de Dilm a Rousseff à presidência em 2010.

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“À época, ficou definido que Vaccari receberia R$100.000,00 por mês, mas, para atender demandas da eleição presidencial de 2010, Vaccari pressionou e a maior parte dos pagamentos foi efetivada entre janeiro e setembro daquele ano”, diz um dos anexos da delação obtida pelo O Antagonista .

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Além de dinheiro para a campanha de Dilma Rousseff, a Mendes Pinto Engenharia, segundo Mario Suarez, também teria dado propina ao PT da Bahia, na época comandado pelo então governador Jaques Wagner. As investigações sobre o Petrolão seguem na Bahia, mas a Lava Jato ainda não deu indícios se ouvirá mais delatores.




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POLÍTICA

Justiça suspende investigação sobre sócio de Flávio Bolsonaro

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Roque de Sá/Agência Senado

Flávio Bolsonaro

O sócio do senador Flávio Bolsonaro na empresa que administra uma franquia de loja de chocolate em um shopping do Rio de Janeiro, Alexandre Ferreira Dias Santini , não é mais investigado pelo Ministério Público pela suspeita de usar a loja para desviar dinheiro do gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Santini foi um dos alvos de mandados de busca e apreensão cumpridos pela polícia em 18 de dezembro, quando documentos e aparelhos eletrônicos dele foram levados. O pedido de habeas corpus dele em relação às investigações foi pedido com argumento de que ele não era investigado no Procedimento Investigatório Criminal do caso.

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Apesar da suspensão das investigações de Alexandre, Flávio Bolsonaro continua sendo investigado pela suposta rachadinha que teria ocorrido durante o período em que Flávio foi deputado estadual pelo Rio de Janeiro, desde 2003.

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