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POLÍTICA

Nem cassado, nem absolvido: o futuro do deputado que assediou colega na Alesp

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Fernando Cury foi afastado do partido Cidadania
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Fernando Cury foi afastado do partido Cidadania

Acusado de assédio sexual pela colega de Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) Isa Penna (PSOL) , o deputado estadual Fernando Cury não deve receber um resultado “de extremos”. A expectativa é de que ele não seja nem cassado, punição máxima para este tipo de acusação, e nem absolvido pela Comissão de Ética, o que poderia gerar péssima repercussão pública.

Segundo informações do blog do jornalista Lauro Jardim, a tendência é de que o relatório produzido pelo petista Emídio de Souza, que ficou responsável pelo caso, não peça a cassação do mandato pelo fato de a comissão  ter integrantes conservadores, o que encaminharia o desfecho para uma absolvição.

Desta forma, ainde de acordo com a publicação, Cury deve receber suspensão de mandato. Entretanto, nenhum dos deputados da Alesp arrisca dizer qual pode ser o tempo de tal punição.

No início da semana, o deputado apresentou documento com os pontos de sua defesa, referindo-se ao episódio como  “rápido e superficial abraço” e ressaltando que “jamais teve uma única queixa de desrespeito às mulheres, mas sim elogios”.

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POLÍTICA

Covid-19: STF determina que governo detalhe ordem de prioridade de vacinação

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Profissional de saúde prepara dose de vacina contra Covid-19 em Santos, litoral de São Paulo
Susan Hortas/ Prefeitura de Santos

Profissional de saúde prepara dose de vacina contra Covid-19 em Santos, litoral de São Paulo

O Supremo Tribunal Federal ( STF )  decidiu por 11 votos a zero que o governo federal deve informar de maneira detalhada a ordem de preferência entre o grupo prioritário para a vacinação contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2).

O julgamento no Supremo foi realizado na última sexta-feira (26). Os ministros aceitaram o parecer do relator Ricardo Lewandowski , que no início de fevereiro já havia determinado que o governo detalhasse a ordem de prioridade na vacinação.

O Governo federal chegou a enviar um detalhamento da ordem da vacinação contra Covid-19 . Todavia, no dia 19 de fevereiro, Lewandowski concluiu que as informações repassadas pelo governo eram insuficientes:

“Deixou de esclarecer, pormenorizadamente, quais os subgrupos que terão preferência na vacinação, dentro dos grupos considerados prioritários, com a indicação dos critérios técnico-científicos para uma tal opção, apontando, em particular, as pessoas ou profissionais que serão imunizados antes dos outros”, escreveu o membro do Supremo na decisão.

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Na mais recente edição do Plano Nacional de Vacinação , 77,2 milhões de brasileiros aparecem como parte dos  grupos prioritários. Esse número inclui idosos, médicos da linha de frente e cuidadores de abrigos.

O relator Ricardo Lewandowski fez um apelo ao governo , que se paute de evidências técnicas nas suas ações, já que o país vive hoje o pior momento da pandemia:

“Portanto, estando em jogo a saúde de toda a população brasileira, em tempos de grande angústia e perplexidade, avulta mais do que nunca o dever que incumbe ao Estado de pautar as respectivas ações em conformidade com evidências técnicas , científicas e estratégicas ,

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