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POLÍTICA

‘Não dê munição ao canalha’, diz Bolsonaro sobre soltura de Lula

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Isac Nóbrega/PR

Bolsonaro afirmou que Lula está “momentaneamente livre”

O presidente Jair Bolsonaro se manifestou pela primeira sobre a soltura do ex-presidente Lula na manhã deste sábado (9) e pediu para seus seguidores não dêem “munição ao canalha”. Ele usou seu perfil no Twitter para passar a mensagem e também disse que o petista está “momentaneamente está livre, mas carregado de culpa”.

Alem da publicação feita em redes sociais pela manhã, o presidente comentou a soltura do petista ao deixar o Palácio da Alvorada no início desta tarde. “A grande maioria do povo brasileiro é honesta, trabalhadora, e nós não vamos dar espaço nem contemporizar com um presidiário. Ele está solto, mas continua com todos os crimes dele nas costas”, afirmou Bolsonaro.

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No vídeo que foi publicado junto com o texto, Bolsonaro recupera um discurso em que afirma que pessoas de bem são maioria no Brasil e atribui ao ministro Sergio Moro , da Justiça e Segurança Pública, parte da responsabilidade por sua chegada à Presidência da República.

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Lula foi solto na tarde desta sexta-feira (8) da carceragem da Polícia Federal de Curitiba  após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que deu fim ás prisões após condenações em segunda instância . O novo entendimento da Corte, que era o mesmo desde 2016, permite que réus permaneçam em liberdade até se esgotarem todas as possibilidades de recursos, o trânsito em julgado.

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POLÍTICA

“Ação totalitária e antidemocrática”, diz ministério sobre divulgação de dados

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Reprodução

Dados foram divulgados pelo Anonymous Brasil

O ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos publicou na manhã desta terça-feira (2) uma nota sobre o  vazamento de dados pessoais da ministra Damares Alves, divulgados pelo grupo Anonymous Brasil na noite da segunda-feira (1).

Na publicação, o ministério repudia a “divulgação criminosa de dados”, afirma que essa é uma violação aos “direitos fundamentais à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem” e pede que os responsáveis sejam identificados e processados.

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“A divergência de ideias jamais deveria ser justificativa para a prática de ação totalitária e antidemocrática como esta”, afirma publicação. Além dos dados da ministra Damares, dados do ministro da Educação, Abraham Weintraub, do presidente Jair Bolsonaro e de dois dos filhos dele, o deputado Eduardo Bolsonaro e o vereador Carlos Bolsonaro, foram divulgados.

O perfil responsável pelas publicações foi derrubado pouco após a divulgação das informações.

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