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Moto voadora ou drone gigante? Conheça projetos de veículos voadores compactos e tripulados

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queda de uma “moto voadora” em Dubai mostrou que esse tipo de veículo ainda está fase experimental. Nos últimos anos, diversos projetos foram apresentados, dos Estados Unidos ao Japão, mas nenhum ainda se tornou um meio de transporte efetivo nas ruas.

Apesar do nome que remete às motocicletas, por causa do jeito que o piloto vai montado, esses veículos parecem mais “drones gigantes” pelo fato de não poderem rodar no solo de fato. A exceção vem de uma moto voadora de verdade feita pelos franceses da Lazareth (veja mais detalhe na reportagem).

No caso do modelo que sofreu o acidente, produzido pela Hoversurf, o movimento vem de 4 hélices e o veículo está mais para drone do que moto.

A corrida por veículos voadores tripulados mais compactos se dá em paralelo ao desenvolvimento dos chamados “carros voadores”, que são maiores e podem levar mais pessoas. Muitas vezes eles também não possuem roda, então estão mais para “mega-drones” sem a função híbrida e voar e rodar no asfalto.

Hélice ou a jato?

Os protótipos mostrados indicam que existem duas direções para o modo como eles vão se movimentar. Em alguns modelos, a impulsão é feita por motores a jato, mas outros modelos, como a moto voadora da polícia de Dubai, utilizam hélices.

Além disso, também não está claro quais serão as regulamentações para que esses veículos possam trafegar. À medida que as empresas os coloquem de verdade no mercado, cada autoridade local precisará criar suas próprias regras.

Veja motos voadoras em desenvolvimento:

Para a polícia em Dubai

Anunciada em 2017 como veículo da polícia de Dubai, a Scorpion 3 da Hoversurf está em testes desde então. Não está claro se o modelo já está sendo efetivamente utilizado em patrulhas, como era seu objetivo no começo do projeto.

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O modelo é desenvolvido por russos que agora estão sediados na Califórnia. Pesando apenas 114 kg, mais leve do que uma Honda CG 160, o modelo elétrico faz voos de até 5 metros de altura e chega a velocidade máxima de 96 km/h (limitada eletronicamente).

Moto voadora dos russos da Hoversurf — Foto: Hoversurf/Divulgação

Moto voadora dos russos da Hoversurf — Foto: Hoversurf/Divulgação

O veículo faz a maior parte de seus movimentos de modo autônomo, ou seja, ele pode fazer pousos, decolagem e “ficar parado no ar”. Quando assume o comando, o piloto utiliza um joystick para controlá-lo.

A queda do modelo foi revelada esta semana pelo CEO da empresa, Alexander Atamanov. “O barômetro não funcionou em Dubai. Graças aos sistemas de segurança automáticos e passivos, o piloto sobreviveu”, disse Atamanov.

Modelo japonês para 2020

No Salão de Tóquio 2019, os japoneses da Ali Technologies, especializada em drones, revelaram o protótipo XTurismo.

Ao G1, a empresa afirmou no evento que o modelo seria lançado em 2020, fora do Japão, ainda sem o preço divulgado. Como a Ali é uma empresa que fabrica drones, a XTurismo parece bastante com esse tipo de máquina. Ela tem o total de 10 hélices, mas os detalhes de sua motorização ainda é um segredo.

Por causa da pandemia de coronavírus, o evento de lançamento que seria em março, em Dubai, foi adiado para novembro de 2020. De acordo com a empresa, o modelo está agora em fase avançada de desenvolvimento.

Speeder, ela chega a 4.500 metros

Ainda existem apenas projeções de como será a Speeder voando, mas o modelo foi o primeiro a começar a ser efetivamente comercializado em 2019 por US$ 380 mil o que dá mais de R$ 1,8 milhão (cotação em 9 de junho).

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A empresa disse em maio passado que uma apresentação do modelo voando será feita ainda em 2020. Disponibilizado em sistema de pré-venda, o veículo terá velocidade máxima de 240 km/h e poderá chegar a 4.500 metros de altura.

Feita empresa americana Jet Pack Aviation, especialista em “jetpacks”, aquelas mochilas com jato para fazer uma pessoa voar, a moto também utiliza desses propulsores para levantar voo.

Moto voadora da Jetpack começa a ter pré-venda nos EUA por US$ 380 mil — Foto: Reprodução/Youtube

Moto voadora da Jetpack começa a ter pré-venda nos EUA por US$ 380 mil — Foto: Reprodução/Youtube

Em seu site ainda é possível fazer a reserva: é necessário fazer depósito de US$ 10 mil para garantir uma das 20 unidades que serão produzidas.

Moto voadora de verdade

Criadores de motos artesanais de diversos tipos, os franceses da Lazareth estão desenvolvendo a LMV 496, que pode ser considerada a única moto voadora de verdade, porque tem rodas. Ou será quadriciclo?

Movida a energia elétrica, a motocicleta possui 1.300 cavalos de potência e 100 quilômetros de autonomia, afirma a fabricante.

Lazareth LMV496 — Foto: Lazareth/Divulgação

Lazareth LMV496 — Foto: Lazareth/Divulgação

Ainda não se sabe a real capacidade do modelo voar livremente, já que as imagens divulgadas mostram a LMV 496 fazendo um sobrevoo segurada por cabos.

Lazareth LMV 496 em testes — Foto: Lazareth/Divulgação

Lazareth LMV 496 em testes — Foto: Lazareth/Divulgação

‘BMW voadora’ não voa de verdade

Com visual futurista, mas peças autênticas de uma R 1200 GS, a BMW e a Lego criaram o conceito de uma “moto voadora” em tamanho real. O modelo não voa de verdade, mas mostra uma visão de como as motocicletas podem ser no futuro.

Por: G1

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Banco do Brasil libera uso do PIX em seu bot para WhatsApp

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Aproveitando a boa recepção do público, o Banco do Brasil se tornou a primeira instituição financeira do país a liberar o uso do PIX pelo WhatsApp. A novidade foi anunciada nesta semana e funciona de forma relativamente simples.

O usuário só precisa chamar o Banco do Brasil no WhatsApp (61 4004-0001), cadastrar sua conta e escrever a palavra PIX. Após isso, o mensageiro deve exibir um menu com as opções de pagar, receber ou cadastrar chave PIX.

Imagem/Reprodução: mobiletime

O bot usado pelo Banco do Brasil foi anunciado no ano passado e já faz uma série de outras operações. Caso o usuário já tenha se cadastrado no PIX, o uso da ferramenta no WhatsApp é ainda mais fácil:

Em casos de pagamento, o assistente virtual deve solicitar a chave PIX do recebedor e o valor. O banco deve informar o nome e a instituição de destino para confirmar a transação. Caso tudo esteja certo, basta apenas responder “sim” para receber um link seguro onde será necessário digitar a senha. Após essa etapa, o comprovante é exibido no mensageiro e pode ser compartilhado.

Caso o usuário queira receber, basta apenas escolher a opção no menu e informar a chave de recebimento, valor e descrição. Assim, o WhatsApp deve exibir um QR Code para ser compartilhado com o pagador. Vale lembrar que o Banco do Brasil é parceiro do sistema de pagamentos do WhatsApp, que ainda não foi liberado pelo Banco Central.

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FONTE: https://www.tudocelular.com/mercado/noticias/n166485/banco-do-brasil-pix-whatsapp-bot-pagamentos.html

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