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POLÍTICA

Montado em boi, prefeito toma posse e reduz salário em 90% na Bahia

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Tiago Dias (PC do B)%2C empossado como prefeito de Jacobina%2C na Bahia
Gazzeta nordeste

Tiago Dias (PC do B), empossado como prefeito de Jacobina, na Bahia

Tiago Dias (PC do B), eleito prefeito de Jacobina, na Bahia , chamou atenção ao vestir trajes de vaqueiro e ir montado em um boi na última sexta-feira (1) quando tomou posse na Câmara Municipal da cidade.

Mas foi nesta segunda-feira (4), em seu primeiro decreto como mandatário da cidade, que o agricultor tomou uma decisão importante, mas atípica: de reduzir seus vencimentos em 92% . Tiago teria direito a receber um salário de R$15 mil, mas determinou que receberá um salário mínimo , cerca de R$ 1100 até dezembro deste ano.

Dias disse que não falou durante a campanha eleitoral sobre sua redução salarial para não parecer demagogo :

“Não falei em campanha sobre o decreto, para não ser demagogo. E fiz quando tive à disposição o Diário Oficial, para publicar a decisão dessa medida. Estou realizado, contente e feliz. Porque o homem público, o prefeito, ele não está nem acima e nem abaixo do trabalhador e da trabalhadora, tem que estar lado a lado. Não adianta no discurso a gente colocar que está trabalhando para o povo, se não viver como o povo vive”, declarou.

Com o corte no salário, R$ 170 mil serão retornados aos cofres públicos. O político declarou que esse valor será distribuído para instituições que ajudam crianças em situação de vulnerabilidade.

Tiago Dias foi vereador em Jacobina entre 2012 e 2020, e disputando sua primeira eleição para prefeito, recebeu 45,82% dos votos  e bateu os outros dois candidatos que estavam na disputa.

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POLÍTICA

“Preso político” e “boi de piranha”: Silveira se diz abandonado em “Guantánamo”

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Bolsonarista diz se sentir abandonado pela base do governo; entenda
Duda Sampaio

Bolsonarista diz se sentir abandonado pela base do governo; entenda

deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), que teve a manutenção da prisão confirmada em votação na Câmara dos Deputados na semana passada, tem se sentido abandonado pela base do governo Bolsonaro e já começa a chamar sua cela em um batalhão prisional no Rio de Janeiro de “Guantánamo”, nome da famosa prisão militar gerida pelos EUA em Cuba e que ficou conhecida pelos diversos episódios de tortura de presos.

Segundo interlocutores ouvidos pelo jornal O Globo, além do abandono, Daniel Silveira  se vê como “preso político” e lamenta ter sido usado como “boi de piranha” para “apaziguar a relação” entre o Congresso e o STF, já que foi o ministro Alexandre de Moraes, um dos integrantes do Supremo, a ordenar a prisão em flagrante.

Silveira estaria incomodado com a incoerência do plenário da Câmara em aprovar “às pressas” a PEC da Imunidade , com mudanças na Constituição que aumentam a proteção de parlamentares e diminuem as chances de prisão e processos, dias após ter votado por sua permanência em cárcere. Segundo ele, deputados estariam “atuando para se proteger, mas não para protegê-lo”.

Ainda de acordo com a publicação, o deputado bolsonarista  demonstra poucas esperanças em conseguir um habeas corpus para deixar a cadeia, uma vez que não há nenhum aspecto jurídico que a defesa possa utilizar agora que STF e Câmara já se posicionaram contrários ao um possível pedido de soltura.

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