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POLÍTICA

“Mito” e “fascista”: Deputados reagem a Bolsonaro no Congresso; assista

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Jair Bolsonaro (sem partido) ao lado do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco
Reprodução TV Câmara

Jair Bolsonaro (sem partido) ao lado do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi confrontado por parlamentares da oposição antes de discursar em evento que marca o início do ano legislativo no Brasil nesta quarta-feira (3)

“Golpista” e “fascista” foram algumas das ofensas dirigidas ao chefe do executivo. Parlamentares levaram camisetas e placas com os dizeres “Fora genocida”.

Confira:

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Em resposta, apoiadores de Bolsonaro ecoaram o grito de “mito”. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM) pediu que a segurança impedisse as manifestações contrárias, e agradeceu a presença do presidente:

 “peço a segurança que possa garantir a ordem dos trabalhos e a palavra ao presidente da república, que em respeito ao congresso nacional comparece a esta casa para fazer o seu pronunciamento e entrega da mensagem”.

Provocador, Bolsonaro retrucou a oposição presente: “nos encontramos em 2022”, fazendo a referência a próxima eleição presidencial.

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POLÍTICA

Mandetta ironiza decisão do governo comprar vacinas: “Antes tarde do que nunca”

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Ex-ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM)
Reprodução: iG Minas Gerais

Ex-ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM)

Luiz Henrique Mandetta , ex-ministro da Saúde, demitido do cargo em abril de 2020, ironizou nesta quarta-feira (3) a situação do governo federal, que anunciou que irá adquirir doses das vacinas da Pfizer e da Jansen.

Seis meses depois de oferecer cerca de 70 milhões de doses de imunizantes, o governo federal deve, enfim, adquirir as vacinas da Pfizer contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2). A informação foi confirmada pelo ministro da saúde, Eduardo Pazuello.

Poucos minutos depois, Mandetta usou as redes sociais para ironizar a compra das vacinas, em um momento onde os resultados econômicos e referentes à pandemia são negativos.

Citando “recessão e falsos dilemas econômicos”, Mandetta se pronunciou. Confira o tuíte:

Desde que foi demitido da pasta, por discordâncias ideológicas com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Mandetta vem se manifestando contra ações governamentais. 

Na última terça, quando o Brasil registrou mais de 1700 mortes em decorrência da Covid-19 , o médico alertou que  “Se voltar tudo ao normal, acontece uma Manaus generalizada no Brasil”, e que a falta de ação do governo “não é solidário com as famílias”.

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