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CIÊNCIA E SAÚDE

Ministério da Saúde assina contrato com o Instituto Butantan para a compra de mais 54 milhões de doses da CoronaVac

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As doses se somam às 46 milhões de doses já adquiridas pela pasta junto ao instituto, totalizando 100 milhões de doses da CoronaVac para o governo federal.

O Ministério da Saúde assinou na segunda-feira (15) o contrato com o Instituto Butantan para a compra de 54 milhões de doses da vacina Coronavac. A vacina contra Covid-19 é desenvolvida pelo instituto em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

No final de janeiro, o Ministério da Saúde disse que a aquisição estava confirmada, mas a assinatura do contrato não havia sido feita até então. Agora, as 54 milhões de doses se somam às 46 milhões já adquiridas pela pasta junto ao instituto, totalizando 100 milhões de doses da CoronaVac para o governo federal, que devem ser entregues até setembro.

O contrato para a inclusão da vacina no Plano Nacional de Imunização (PNI) já previa a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, com entrega até 30 de abril.

O secretário executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, afirmou que o governo federal tinha até maio para sinalizar o interesse pela compra, mas preferiu adiantar a confirmação.

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“Preferimos adiantar a confirmação para termos logo essas 54 milhões de doses”, disse nesta terça-feira (16), por meio de nota.

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, confirmou à GloboNews a assinatura do contrato.

Além da Coronavac, segundo o Ministério, o país receberá até dezembro mais 42,5 milhões de doses de vacinas fornecidas pelo Consórcio Covax Facility. O governo também diz que contratou da Fundação Oswaldo Cruz mais 222,4 milhões de doses que começaram a ser entregues mês passado.

O Ministério da Saúde deve assinar ainda os contratos de compra com a União Química, que deverá entregar 10 milhões de doses da vacina Sputnik V, entre março e maio, e com a Precisa Medicamentos, que pretende entregar, no mesmo período, mais 30 milhões de doses da Covaxin.

Por: G1 SP e GloboNews

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CIÊNCIA E SAÚDE

Covid-19: Prefeitura de Uberaba impõe medidas mais rígidas e fecha supermercados aos domingos

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Moradores circulam no Calçadão da Artur Machado, no Centro de Uberaba — Foto: Reprodução/TV Integração

Novo decreto também suspende aulas presenciais de Ensino Superior e aumenta valor de multa para infratores. Em reunião com prefeitos do Triângulo do Sul, Elisa Araújo falou sobre a internação de pacientes de outros municípios.

O Decreto Municipal 222, que estabelece regras de enfrentamento à Covid-19 em Uberaba, foi prorrogado por mais 15 dias a partir de quinta-feira (25). Além disso, também foram impostas outras medidas ainda mais rígidas para conter o avanço da doença na cidade. A prorrogação está no decreto 306, publicado no Porta-Voz de quarta-feira (24).

O Município fez um alerta em relação às fake news que circulam na internet sobre o decreto. Em reunião com prefeitos do Triângulo do Sul, a prefeita Elisa Araújo (Solidariedade) tratou sobre a internação de pacientes com Covid-19 de municípios da região.

Até o dia 11 de março, o funcionamento de supermercados, mercados, minimercados, mercearias, armazéns, varejões, centro de distribuição de alimentos e a Feira da Abadia está suspenso aos domingos.

Também estão suspensas as aulas presenciais nas Instituições de Ensino Superior (IESs), permitindo apenas aulas práticas para o Internato de Medicina e para os acadêmicos dos dois últimos anos dos cursos da área da Saúde.

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O critério para esta decisão foi baseada no aumento de casos de coronavírus em jovens com idades entre 20 e 29 anos, conforme dados apresentados pelo Observatório Covid-19 Uberaba, projeto de pesquisa da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) voltado para a análise técnica da evolução da doença no município.

A multa para os infratores também aumentou, passando a ser de R$ 586,94 a R$ 5.869,40, além da interdição imediata do estabelecimento. Outra novidade é que a multa será aplicada tanto ao proprietário do estabelecimento infrator, quanto aos organizadores do evento e aos participantes que estiverem no local descumprindo as medidas de biossegurança previstas no decreto.

Também conforme o Porta-Voz de quarta-feira, a suspensão e cirurgias eletivas e internações clínicas eletivas nos hospitais públicos e privados de Uberaba foi prorrogada por prazo indeterminado.

Reunião com prefeitos

Em reunião virtual com os prefeitos da macrorregião do Triângulo do Sul, a prefeita Elisa Araújo (Solidariedade) alinhou que o decreto de Uberaba seja referência para os decretos dos outros 26 municípios desta região.

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Ficou acertado também que os pacientes com Covid-19 da macrorregião que estão internados em Uberaba voltarão para a cidade de origem assim que saírem do risco de transmissibilidade.

Desta forma, os leitos de enfermaria serão desocupados mais rapidamente, contribuindo para evitar o esgotamento do índice de ocupação dos leitos.

Segundo a prefeita Elisa, para receber pacientes de outras regiões, foi estabelecido um índice, que é calculado diante da relação de casos ativos por leitos disponíveis, para que não prejudique o atendimento aos pacientes do Triângulo do Sul.

“Por isso, no momento, não estamos aptos a receber pacientes. Estamos melhorando a nossa estrutura de atendimento para não haver colapso”, ressaltou.

Ainda segundo Elisa, muitos questionam o motivo de o Hospital São José não ser usado para atender pacientes com Covid-19.

“A abertura deste hospital requer um investimento de, aproximadamente, R$ 5 milhões, além do tempo da obra. Um valor que não temos no momento. E, caso venhamos a conseguir, é mais eficiente equipar o Hospital Regional e contratar mais equipes de saúde”, acrescentou.

Por: G1 Triângulo e Alto Paranaíba

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