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Tecnologia

Microsoft alerta para nova vulnerabilidade no Windows que ainda não tem correção

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A Microsoft publicou um alerta informando que hackers estão explorando uma falha de segurança inédita no Windows 10 e que não há correção disponível para o problema ainda. Para ser atacado, basta abrir um documento ou clicar nele no Explorador de Arquivos com o painel de visualização aberto.

Documentos normalmente são inofensivos e não conseguem instalar pragas digitais no computador. Mas, por conta dessas falhas, que se localizam em um método de processamento de fontes (estilos de texto), um documento pode ser criado para executar códigos como se fosse um programa – e com isso instalar o um software malicioso no sistema.

De acordo com a Microsoft, os ataques que se aproveitaram dessa brecha são “limitados e direcionados”.

Na prática, isso indica que poucos hackers têm o domínio da técnica de exploração, diminuindo a probabilidade de ataques em larga escala.

A falha não tem relação com a vulnerabilidade “SMBGhost”, que mereceu uma atualização emergencial da Microsoft, na semana passada. A SMBGhost pode ser explorada de forma automatizada, em que um programa consegue localizar outros sistemas vulneráveis e contaminá-los automaticamente.

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Embora certas medidas possam reduzir os canais de exploração, ainda será necessário evitar a abertura de documentos de fontes não confiáveis.

Por enquanto, no entanto, não há registro de ataques em larga escala. Também não foi divulgado o teor dos documentos falsos que estão se aproveitando da falha.

O próximo pacote de atualizações da Microsoft está previsto para o dia 14 de abril.

Por G1

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CIÊNCIA E SAÚDE

Pesquisadores e empresas anunciam testes experimentais de vacinas contra a Covid-19

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Empresas e centros de pesquisas anunciam que estão preparando testes experimentais de vacinas contra a Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus.

Até esta segunda-feira (30), ao menos 35 mil pessoas haviam morrido da doença em todo o mundo. A Covid-19 ainda não tem tratamento ou medicação específica para conter a doença – por isso, o avanço das pesquisas é tão importante para imunizar a população mundial.

Nesta segunda-feira, a Universidade de Oxford, na Inglaterra, anunciou a convocação de voluntários para testar uma vacina; e a empresa Johnson & Johnson divulgou que começará testes em humanos até setembro deste ano – e afirmou que quer colocar 1 bilhão de doses no mercado no início de 2021 (leia mais abaixo).

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), até agora ao menos 54 pesquisas de vacinas estão em andamento em todo o mundo – 52 em fase pré-clínica e 2 em fase clínica.

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Para chegar a uma vacina efetiva, os pesquisadores precisam percorrer diversas etapas. Entre elas está a pesquisa básica – que é o levantamento do tipo de vacina que pode ser feita. Depois, passam para os testes pré-clínicos, que podem ser in vitro ou em animais, para demonstrar a segurança do produto; e depois para os ensaios clínicos, que podem se desdobrar em outras quatro fases:

  • Fase 1: feita em seres humanos, para verificar a segurança da vacina nestes organismos
  • Fase 2: onde se estabelece qual a resposta imunológica do organismo (imunogenicidade)
  • Fase 3: última fase de estudo, para obter o registro sanitário
  • Fase 4: distribuição para a população

Na China, pesquisadores tiveram o aval de desenvolver testes em humanos para uma vacina experimental contra a Covid-19.

Nos Estados Unidos, voluntários de Seattle, um dos estados mais afetados pela doença, também começaram a receber doses da vacina experimental. Segundo o Instituto Nacional de Saúde dos EUA (NIH) o teste faz parte de um estudo que vai acompanhar 45 voluntários adultos saudáveis, com idades entre 18 e 55 anos, e deve durar ao menos seis semanas.

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Universidade de Oxford convoca voluntários

Nesta segunda-feira (30), a Universidade Britânica de Oxford anunciou que está convocando 510 voluntários para receber doses de uma vacina experimental contra a Covid-19. A instituição procura pessoas saudáveis, de 18 a 55 anos, para participar do estudo.

Empresa quer entregar 1 bilhão de doses até 2021

A empresa Johnson & Johnson anunciou nesta segunda-feira (30) que irá testar até setembro deste ano uma vacina experimental contra a Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus. Os testes serão feitos em humanos. O objetivo é fornecer mais de 1 bilhão de doses até o início de 2021.

Empresa afirmou que irá destinar mais de US$ 1 bilhão para financiar a pesquisa de vacinas, ao lado da agência norte-americana Biomedical Advanced Research and Development Authority (Barda).

Por: G1

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