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POLÍTICA

Metade do grupo de risco da Covid-19 será vacinado até junho, diz Pazuello

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Presidente Jair Bolsonaro ao lado do ministro da Saúde%2C Eduardo Pazuello
Reprodução/Youtube

Presidente Jair Bolsonaro ao lado do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello

O ministro da Saúde , general Eduardo Pazuello , participou da live desta quinta-feira (7) do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e disse que o prazo para a imunização de 50% das pessoas dos grupos de risco da Covid-19 é até junho e o restante dessa parcela da população receberá a aplicação de vacinas até dezembro deste ano, com margem extra de quatro meses.

“O objetivo maior nosso é o controle da pandemia. Na hora que você controla a pandemia, as taxas de contaminação caem e a vida começa a voltar ao normal. Esse é o foco da nossa campanha de vacinação”, disse o ministro.

O prazo foi dado após o  ministro participar de entrevista coletiva que deu detalhes sobre a medida provisória do governo federal que possibilita a aquisição de vacinas, insumos, bens e serviços de logística, tecnologia da informação e comunicação, além de treinamentos destinados à vacinação contra a Covid-19. Também foi anunciado acordo para compra de 100 milhões de doses da CoronaVac , vacina produzida pelo Instituto Butantan.

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Durante a coletiva, o general não deu nenhuma previsão de quando a população estaria vacinada, mas disse que, em um cenário mais favorável, a imunização já começaria em 20 de janeiro. Isso dependeria, porém, de o Ministério da Saúde conseguir importar doses prontas de imunizantes.

Já no caso de produção nacional, esse prazo para início seria entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro. Por fim, no caso de houver o que Pazuello chamou de “percalços”, esse período poderia ser adiado para o início de março.

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Câmara dos Deputados vota esta semana a PEC Emergencial

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Câmara dos Deputados
Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados marcou para esta semana a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/2019, a PEC Emergencial . O presidente da Casa, Arthur Lira, anunciou que pautará a PEC para apreciação diretamente no plenário, sem passar por comissões.

A expectativa é aprovar a admissibilidade do texto na terça-feira (9) e, no dia seguinte, a votação em plenário em dois turnos. Na avaliação de Lira, é importante aprovar logo a PEC para possibilitar o pagamento de novas parcelas do auxílio emergencial à população ainda em março. O relator da proposta na Câmara é o deputado Daniel Freitas (PSL-SC).

O texto cria mecanismos de ajuste fiscal, caso as operações de crédito da União excedam as despesas. Entre as medidas, estão barreiras para que a União, os estados e os municípios criem despesas obrigatórias ou benefícios tributários. A PEC também possibilita o pagamento do auxílio emergencial com créditos extraordinários sem ferir o teto de gastos públicos .

No Senado, o texto sofreu mudanças importantes. O relatório do senador Márcio Bittar (MDB-AC) teve que ceder à resistência de vários colegas e foi retirado o trecho mais polêmico do seu parecer, o fim da vinculação obrigatória de parte do orçamento a investimentos com saúde e educação. Bittar também retirou a redução de salário e jornada de trabalho dos servidores públicos, como expediente de ajuste fiscal e equilíbrio das contas públicas.

Bittar adicionou uma “trava” a mais para evitar um gasto excessivo com o auxílio emergencial. O relator limitou a R$ 44 bilhões o valor disponível para pagamento do auxílio emergencial. O governo estima retornar com o auxílio emergencial em forma de quatro parcelas de R$ 250 ainda este mês.

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